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Desentupidora em perdizes 99739-5404 / 98776-7059

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Perdizes é um bairro nobre[1] situado na zona oeste do município de São Paulo e pertencente ao distrito de Perdizes. Possui o terceiro maior IDH entre os distritos paulistas, ficando atrás apenas de Moema e Pinheiros. Limita-se com os bairros de: Sumaré, Vila Pompéia, Água Branca, Barra Funda e Pacaembu.[2] Índice 1 História 1.1 Tombamentos 2 Atualidade 3 Referências 4 Ligações externas História A exemplo de muitos bairros paulistanos, Perdizes proveio de propriedades rurais, sendo uma delas a Sesmaria do Pacaembu. Há registros, datados de 1850, que indicam a presença de chácaras na região, algumas delas criavam animais, como a perdiz. Uma dessas propriedades pertencia a Joaquim Alves, um vendedor de garapa que criava perdizes em seu quintal, onde hoje é o Largo Padre Péricles. A ave batizou a localidade, informalmente chamada até então de Campo das Perdizes. Devido ao crescimento da cidade as características rurais da área desaparecem pelo loteamento e venda das terras. Ao final do século XIX, especificamente em 1897, Perdizes entra na planta oficial da cidade.[3] Nas primeiras décadas do século vindouro houve um crescimento imobiliário do novo bairro, sendo consolidado na década de 1940 como um bairro de classe-média.[4] Com o passar do século verticaliza-se e sedia importantes instituições educacionais, como a PUC-SP em 1946. A Igreja de São Domingos. A quadra, onde atualmente se encontra a PUC-SP, formada pelas atuais ruas Monte Alegre, João Ramalho, Ministro Godoy e Bartira, constituía-se na antiga Chácara Lúcia de propriedade de Germaine Lucie Buchard, Condessa de Gontand Birou. Em 1948, as Carmelitas deixaram o Mosteiro que foi doado para a Universidade Católica. O conjunto é formado pelo antigo Convento das Carmelitas Descalças e Capela, projetado por Alexandre Albuquerque, no início da década de 1920, em estilo neocolonial e pelo Teatro da Universidade Católica – TUCA, de 1965. A mesma universidade foi alvo de emblemáticas intervenções e manifestos ocorridos na ditadura militar, como a: invasão de seu câmpus em 1977 e as manifestações no TUCA, teatro da universidade. Atraído por suas ruas arborizadas e boa infra-estrutura de comércio e serviços o mercado imobiliário inicia nas décadas finais do século XX o lançamento de edifícios de alto-padrão no bairro.[4] Tombamentos Neste bairro, em 1900, no Largo das Perdizes, existia uma Capela, ou seja, uma igreja nacional, muito pequena e pobre, dedicada à nossa Senhora da Conceição e Santa Cruz. E nesta Capela funcionou a primeira Matriz da nova Paróquia de São Geraldo. No Largo Padre Péricles (antigo Largo das Perdizes), se localiza a Paróquia São Geraldo das Perdizes, criada em 15 de fevereiro de 1914, por Dom Duarte Leopoldo e Silva, Arcebispo Metropolitano de São Paulo. Na Paróquia São Geraldo, muitos tesouros arquitetônicos e artísticos estão guardados, mas o de maior destaque é o que está protegido no Campanário: o Sino que anunciou a Sete de Setembro de 1822, uma hora após a proclamação, a Independência do Brasil, às margens do Ipiranga pelo príncipe D. Pedro.[5] O CONDEPHAAT tombou alguns edifícios do bairro, bem como o histórico Sino da Independência do Brasil, localizado no campanário da Igreja de São Geraldo. Além desse objeto, tombado em 1972, a dita igreja também possui outros acervos significativos, entre eles o conjunto de sessenta vitrais, alguns deles executados pela famosa Casa Conrado Sogenith, de São Paulo.[6] e o conjunto de edifícios da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Em estudos para Tombamento pelo Conpresp, a pedido de moradores, estão 38 imóveis, visando a preservação de sobrados e casarões históricos. Estão em sua maioria em ruas como Doutor Homem de Mello, Turiaçu, Ministro Godoy, Germaine Burchard, Monte Alegre, Itapicuru, Bartira, Caiubi e Vanderlei. O Colégio Santa Marcelina, na Rua Cardoso de Almeida e o Colégio Batista Brasileiro, na Dr. Homem de Melo também se encontram na listagem de tombamentos pelo Conpresp, assim como cinco casas da rua. Perdizes e o Parque da Água Branca. Outras paróquias históricas do bairro são: a Paróquia de Santa Rosa de Lima em honra a Santa Rosa de Lima, padroeira do bairro[7] e a Igreja de São Domingos.[8] Atualidade É um bairro nobre destinado à classe média alta e alta[1], abriga amplo comércio localizado nas ruas Cardoso de Almeida e Turiaçu.[1] Apresenta localização privilegiada, próxima ao centro e à Avenida Paulista, e uma gama de escolas particulares e universidades, sendo um dos bairros mais valorizados da zona Oeste.[1] Sendo classificado como “Zona de valor A” pelo CRECI, assim como os bairros de: Vila Nova Conceição e Morro dos Ingleses.[9] Referências «Classe média alta volta seus olhos para Perdizes». www.cte.com.br[ligação inativa] «Limites geográficos do bairro de Perdizes». Google.com. 1 de Janeiro de 2015. Consultado em 27 de Janeiro de 2015 «A Rua Itapicuru de meu tempo». www.saopaulominhacidade.com.br. Consultado em 18 de agosto de 2010. Arquivado do original em 30 de janeiro de 2009 «Um corredor de ouro, de Perdizes à Vila Leopoldina». www.fgi.com.br. Consultado em 18 de agosto de 2010. Arquivado do original em 20 de maio de 2008 «Site da Paróquia São Geraldo». www.paroquiasaogeraldo.org.br. Consultado em 18 de agosto de 2010. Arquivado do original em 11 de outubro de 2010 «Prefeitura de SP». www.prefeitura.sp.gov.br «Site da Paróquia Santa Rosa de Lima». www.santarosadelimaperdizes.com.br. Consultado em 18 de agosto de 2010. Arquivado do original em 11 de janeiro de 2010 «Título ainda não informado (favor adicionar)». www.regiaose.org.br. Consultado em 18 de agosto de 2010. Arquivado do original em 9 de outubro de 2010 «Pesquisa CRECI» (PDF). Fevereiro de 2015. Consultado em 27 de Abril de 2015. Arquivado do original (PDF) em 23 de setembro de 2015 Ligações externas Empreendimentos Localizados no Jardim das Perdizes: [1] Portal da cidade de São Paulo Controle de autoridade Wd: Q10348536Infopatrimónio: sao-paulo-bairro-de-perdizes Categorias: Bairros de PerdizesPatrimônio tombado pelo CONPRESP Esta página foi editada pela última vez às 03h57min de 1 de junho de 2021. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição-CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) da Creative Commons; pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de utilização. O Estádio Palestra Itália, também conhecido popularmente como Parque Antártica, foi um estádio de futebol pertencente à Sociedade Esportiva Palmeiras, localizado no distrito da Barra Funda, na zona oeste da cidade de São Paulo. Em julho de 2010, deixou de receber partidas de futebol e demais eventos, em virtude do início das reformas para transformar o local em uma moderna arena multiuso, o Allianz Parque. Antes da reforma, possuía capacidade para 27 650 pessoas, e em 1973 sua capacidade era de 31 704, segundo laudo do Corpo de Bombeiros divulgado pela Folha de S.Paulo[8], tendo recebido públicos maiores em sua história. Após a conclusão do Allianz Parque, a nova arena do Palmeiras passou a ter capacidade para receber até 43 713 pessoas. Índice 1 História 1.1 A Companhia Antarctica 1.2 Palestra Itália (Palmeiras) 2 Localização e vias de acesso 3 Ampliações e reformas 3.1 Placar eletrônico 3.2 Reformas entre 1998 e 2010 3.3 Transformação em arena 4 Eventos 5 Estatísticas 5.1 Retrospecto geral do Palmeiras no estádio 6 Partidas importantes 7 Fatos sobre o estádio 8 Referências 9 Ligações externas História A Companhia Antarctica No final do século XIX, a Companhia Antarctica Paulista criou o Parque da Antarctica, um espaço de lazer de trezentos mil metros quadrados para seus funcionários, próximo à fábrica, contendo uma vasta área verde (com um pequeno lago, coreto e bosques), parque infantil, restaurantes, choperia e áreas para a prática esportiva (incluindo pistas de atletismo,
quadra de tênis e um dos primeiros campos de futebol da cidade). Com a chegada e a expansão do futebol, esse espaço passou a ser cada vez mais requisitado, e a empresa aproveitou a oportunidade ao alugar o campo de futebol para pequenos clubes da cidade no início do século XX. O Parque Antarctica em 1910 Além de se tornar um dos principais campos para a prática do futebol, o parque era referência para uma série de eventos ao ar livre, como exibições de boxe e até corrida de automóveis. Em julho de 1908, sediou a primeira corrida automobilística disputada na América do Sul, o “Circuito de Itapecerica”, que terminou com vitória do paulista Sílvio Penteado. Em 3 de maio de 1902, o Mackenzie College venceu por 2 a 1 o Germânia (atual Esporte Clube Pinheiros) no Parque da Antarctica, dando início ao primeiro campeonato oficial de futebol do Brasil, o Campeonato Paulista. Palestra Itália (Palmeiras) No início, o Germânia (clube de origem alemã) mandava seus jogos no Parque Antártica, mas em 1916 a Companhia Antarctica Paulista alugou o estádio para o América F.C. (um clube paulistano que tinha esse nome em homenagem ao America do Rio de Janeiro). Esse clube, por sua vez, sublocou o estádio ao Palestra Itália no ano seguinte. O contrato previa que o América utilizaria o campo às terças, quintas, sábados, domingos e feriados na parte da manhã, enquanto o Palestra Itália utilizaria nos mesmos dias, no período da tarde, tanto para treinos como para as partidas oficiais. Fachada do estádio em 1921. Vista interna do Estádio Palestra Itália em 2010. Em 1920, o América afundou-se em problemas financeiros e acabou extinto. Em meio a isso, o Palestra Itália efetuou a compra do terreno, incluindo não apenas o estádio, mas também todas as outras instalações esportivas, pelo valor total de 500 contos de réis, sendo 250 contos à vista e outras duas parcelas anuais de 125 contos cada, além de um contrato perpétuo de venda dos produtos da Companhia Antarctica nas dependências do estádio. Na época, isso chegou a ser chamado de “A Loucura do Século”, porque muitos duvidaram que o Palestra pudesse pagar as prestações, já que era um clube ainda com poucos anos de existência e poucos recursos. Realmente, em 1922 o Palestra Itália não tinha condições de pagar a última parcela, e a solução foi vender uma parte do terreno para as Industrias Matarazzo (o terreno onde hoje existe um shopping center). Vista lateral externa do Estádio Palestra Itália em 2010 Em cerca de treze anos, o clube investiu em grandes reformas, incluindo a da arquibancada geral, ainda de madeira, e a construção de uma imponente tribuna social, reservada aos associados do clube. Foram construídas grandes arquibancadas em concreto armado e, em 13 de agosto de 1933, na partida Palestra Itália 6–0 Bangu (tendo Gabardo assinalado o primeiro gol), pelo Torneio Rio-São Paulo, foi inaugurado o “Stadium Palestra Itália”: maior e mais moderno estádio de futebol do País (na época), com capacidade para trinta mil torcedores. Neste mesmo período, a sede social do clube foi transferida do centro da cidade para o entorno do estádio. Jogo no Palestra Itália entre Palmeiras e Sport, em 2007 Em 18 de agosto de 1976, o Palmeiras conquistou seu 18.º título do Campeonato Paulista, ao vencer o XV de Piracicaba por 1 a 0, atingindo um público recorde de 40 283 pessoas (com 35 913 pagantes). O recorde anterior era da partida Palmeiras 1–0 São Paulo, em 11 de junho de 1969, com 37 282 pessoas.[9] O Estádio Palestra Itália foi palco de outras grandes conquistas do Palmeiras. Uma das maiores delas aconteceu em 16 de junho de 1999, quando o Alviverde foi campeão da Copa Libertadores da América, principal competição de clubes do continente. O Palmeiras venceu na final da competição o Deportivo Cali, da Colômbia, com grande destaque para o goleiro Marcos, escolhido o melhor jogador do torneio. No tempo normal, a equipe brasileira derrotou o time colombiano por 2 a 1. Como o adversário havia vencido por 1 a 0 no jogo de ida, o campeão foi decidido em uma disputa de pênaltis. Num dos momentos mais dramáticos da história do estádio, o Palmeiras levou a melhor, chegando ao título depois de vencer a disputa por 4 a 3.[10] Partida entre Palmeiras e Goiás, disputada em 2009 Um ano antes da conquista da Libertadores, o Palmeiras já havia obtido seu primeiro título internacional oficial no Palestra Itália, com a conquista da Copa Mercosul de 1998. Numa final realizada em três partidas contra o Cruzeiro, o Alviverde perdeu o primeiro jogo, no Estádio do Mineirão, por 1 a 0, mas venceu as duas partidas seguintes, por 3 a 1 e por 1 a 0, ambas no estádio paulistano.[11] Nos dois anos seguintes, o Palmeiras voltou às finais da Copa Mercosul, com os jogos decisivos novamente disputados no Estádio Palestra Itália. O Alviverde terminou as duas competições como vice-campeão, depois de perder as decisões para o Flamengo, em 1999,[12] e para o Vasco da Gama, em 2000.[13] Em 9 de julho de 2010, um jogo amistoso entre Palmeiras e Boca Juniors, com vitória por 2 a 0 da equipe argentina, marcou a despedida definitiva do Estádio Palestra Itália,[14] antes do início de uma profunda reforma que transformou o espaço numa arena multiuso, com entrega prevista para o primeiro trimestre de 2014, ano do centenário do clube e da realização da Copa do Mundo de 2014, no Brasil — a entrega acabaria ocorrendo apenas no segundo semestre daquele ano. Meses antes do amistoso, em 22 de maio, na vitória do Palmeiras por 4 a 2 sobre o Grêmio, o estádio recebeu a última partida oficial do Alviverde ali.[15] Localização e vias de acesso O Estádio Palestra Itália (assim como o Allianz Parque, hoje) era considerado um dos estádios mais acessíveis da capital paulista (assim como o Pacaembu). Localizado na Rua Turiaçu, 1840, no bairro da Água Branca (limite entre os bairros da Barra Funda e de Perdizes), no chamado “centro expandido” da cidade de São Paulo, ficava às margens das linhas 7 e 8 da CPTM (antigas Estrada de Ferro Santos Jundiaí e Estrada de Ferro Sorocabana, respectivamente) e do Metrô, com as estações Palmeiras–Barra Funda e Água Branca. A Avenida Francisco Matarazzo, onde se situavam os portões principais do estádio, é servida pelo corredor de ônibus Pirituba-Lapa-Centro da SPTrans, o que facilitava ainda mais o acesso ao estádio a partir do centro da cidade, que podia ser feito em quinze minutos a partir da Praça Ramos de Azevedo, mesmo em horários de maior movimento. Ampliações e reformas Estádio Palestra Itália em 2000 No final da década de 1950, foi iniciada uma grande reforma, sob o comando do engenheiro Clóvis Felipe Olga, em que a arquibancada foi reconstruída e passou a ter mais do que o dobro da capacidade anterior. Além disso, o campo foi suspenso, e foram construídos vestiários no subsolo. A reinauguração aconteceu em 7 de setembro de 1964, com a realização da partida entre Palmeiras e Esportiva de Guaratinguetá, pelo Campeonato Paulista, quando 31,9 mil pagantes presenciaram a vitória do time da casa por 2 a 0. Placar eletrônico 1970 — inaugurado o primeiro placar eletrônico do estádio, em parceria com a Citizen. Tratava-se, à época, de um sistema muito moderno, que permitia a sua utilização tanto em jogos diurnos como noturnos. 1988 — instalação do placar eletrônico que perdurou até 2010. Clássico mosaico com o escudo do Palmeiras que ficava atrás de um dos gols do Estádio Palestra Itália Reformas entre 1998 e 2010 Em 1998, foi construído um novo anel ligando as arquibancadas com as numeradas descobertas, fechando, assim, uma curva do estádio e dando-lhe a forma de uma “ferradura”. A partir de 1999, foram realizadas as seguintes obras: nova fachada; novas torres de iluminação (em parceira com a Eletropaulo) com gerador para emergências; pintura e numeração das arquibancadas; reestruturação na parte destinada à torcida visitante, com novas rampas de acesso na rua Padre Antonio Tomás, reformas nos bares e nas arquibancadas; recuperação total nos ca
marotes, com a colocação de novas cadeiras, novos sanitários e a instalação de TV a cabo; reforma e pintura das cabines de rádio e televisão; reforma e pintura dos banheiros; construção de um camarote especial para o patrocinador, também com TV a cabo; instalação de catracas eletrônicas para a entrada do público nos jogos; instalação de um novo conjunto de pára-raios; novos restaurantes, lanchonetes e camarotes VIP; criação do setor VISA, para 5 mil espectadores. Transformação em arena Canteiro de obras da transformação do Estádio Palestra Itália em Arena Ver artigo principal: Allianz Parque Em 30 de junho de 2008, o Conselho Deliberativo do Palmeiras aprovou um projeto de reformas no clube, com o intuito de transformar o estádio numa arena multiuso, mais tarde ratificado pela assembleia dos associados, em 30 de agosto. O Allianz Parque tem capacidade para 45 mil lugares, todos cobertos, para as partidas de futebol. Para eventos da Fifa, a quantidade de lugares é de 47 mil (45 mil espectadores e dois mil jornalistas). Eventos múltiplos podem receber até 55 mil espectadores. A transformação foi fruto de um acordo assinado entre o Palmeiras e a empresa WTorre Arenas, do grupo WTorre. Após a entrega da arena, a WTorre administrará o local durante trinta anos, e o Palmeiras terá participação nas receitas neste período. O projeto ainda previa: anfiteatro para até doze mil pessoas; centro de convenções; restaurantes, praça de alimentação e lanchonetes; quinze elevadores e três conjuntos de escadas rolantes; dois vestiários padrão FIFA; 160 camarotes com capacidade para 12, 17, 18 e 21 lugares localizados em diferentes zonas e níveis; estacionamento com duas mil vagas cobertas; construção de um edifício poliesportivo com três pavimentos; campos de Futebol Society (com pista para caminhada); seis quadras poliesportivas; seis quadras de tênis; construção de um edifício administrativo, com seis pavimentos; memorial da Sociedade Esportiva Palmeiras. Eventos Além de partidas de futebol, o Estádio Palestra Itália costumava receber importantes eventos musicais, graças à sua estratégica localização. Alguns dos shows de grande destaque no cenário musical que aconteceram no estádio foram: 5 de junho de 2010: apresentação e gravação do álbum Exaltasamba – 25 Anos Ao Vivo, do grupo Exaltasamba; 29 de maio de 2010: show da banda estadunidense de hard rock Aerosmith;[16] 13 de março de 2010: show da banda estadunidense de hard rock Guns N’ Roses;[17] 5 de abril de 2008: show do roqueiro britânico Ozzy Osbourne, com abertura das bandas norte-americanas Korn e Black Label Society[18]; 4 de abril de 2008: show do roqueiro britânico Rod Stewart; 2 de março de 2008: apresentação da banda britânica de heavy metal Iron Maiden[19]; 21 de abril de 2007: show da banda estadunidense de rock Evanescence; 22 de outubro de 2006: São Paulo Mix Festival com show das bandas brasileiras Charlie Brown Jr. e CPM 22, além das bandas estadunidenses Yellowcard e Fall Out Boy; 6 de dezembro de 1997: festival comemorativo de aniversário de doze anos da rádio 89 FM, com shows da banda britânica de hard rock Whitesnake, da banda estadunidense de thrash metal Megadeth, da banda estadunidense de heavy metal progressivo Queensrÿche e da banda brasileira de rock Charlie Brown Jr.; 1 e 2 de maio de 1993: shows da banda estadunidense de heavy metal Metallica[20][21]; 1 de agosto de 1992: apresentação da banda britânica de heavy metal Iron Maiden; 23 de setembro de 1990: show do roqueiro britânico David Bowie; 11 e 12 de agosto de 1990: duas apresentações da turnê do álbum As Quatro Estações, gravadas em As Quatro Estações ao Vivo (2004), da banda brasileira Legião Urbana; 17, 18 e 19 de março de 1989: shows da banda norueguesa A-ha; 12 de outubro de 1988: show do roqueiro norte-americano Bruce Springsteen. Estatísticas Retrospecto geral do Palmeiras no estádio Estatística Dados Futebol Jogos disputados 1 572[22] Futebol Vitórias 1 064 Futebol Empates 319 Futebol Derrotas 189 Futebol Gols pró 3 700 Futebol Gols contra 1 488 Futebol Saldo de gols + 2 212 Partidas importantes Final da Taça Libertadores da América de 1999, quando o Palmeiras sagrou-se campeão do torneio: 16 de junho de 1999 21h45 BrasilPalmeiras 2–1 ColômbiaDeportivo Cali Público: 32 000 Árbitro:ParaguaiUbaldo Aquino Evair (pen) Gol marcado aos 64 minutos de jogo 64′ Oséas Gol marcado aos 75 minutos de jogo 75′ Zapata (pen) Gol marcado aos 69 minutos de jogo 69′ Penalidades Zinho: na trave Júnior Baiano: marcou Roque Júnior: marcou Rogério: marcou Euller: marcou 4–3 Dudamel: marcou Gaviria: marcou Yepes: marcou Bedoya: na trave Zapata: pra fora Finais da Copa Mercosul de 1998, quando o Palmeiras sagrou-se campeão do torneio: 26 de dezembro de 1998 16h40 Palmeiras 3–1 Cruzeiro Público: 27 775 Árbitro: Rio de JaneiroCláudio Cerdeira[23] Cléber Gol marcado aos 8 minutos de jogo 8′ Oséas Gol marcado aos 52 minutos de jogo 52′ Paulo Nunes Gol marcado aos 85 minutos de jogo 85′ Fábio Júnior Gol marcado aos 3 minutos de jogo 3′ 29 de dezembro de 1998 21h55 Palmeiras 1–0 Cruzeiro Público: 28 959 Árbitro: GoiásLuciano Almeida[23] Arce Gol marcado aos 62 minutos de jogo 62′ Final da Copa Mercosul de 1999, quando o Flamengo sagrou-se campeão do torneio (vencera o primeiro jogo por 4 a 3): 20 de dezembro de 1999 21h45 Palmeiras 3–3 Flamengo Público: 32 000 Árbitro: GoiásLuciano Almeida Arce Gol marcado aos 20 minutos de jogo 20′ Arce Gol marcado aos 65 minutos de jogo 65′ Paulo Nunes Gol marcado aos 67 minutos de jogo 67′ Caio Gol marcado aos 50 minutos de jogo 50′ Rodrigo Mendes Gol marcado aos 56 minutos de jogo 56′ Lê Gol marcado aos 83 minutos de jogo 83′ Finais da Copa Mercosul de 2000, tendo o Vasco como campeão: 12 de dezembro de 2000 21h45 Palmeiras 1–0 Vasco da Gama Público: 18 396 Árbitro: São PauloOscar Roberto Godói Neném Gol marcado aos 21 minutos de jogo 21′ 20 de dezembro de 2000 21h45 Palmeiras 3–4 Vasco da Gama Público: 29 993 Árbitro: Minas GeraisMárcio Rezende de Freitas Arce (pen) Gol marcado aos 36 minutos de jogo 36′ Magrão Gol marcado aos 37 minutos de jogo 37′ Tuta Gol marcado aos 45 minutos de jogo 45′ Romário (pen) Gol marcado aos 59 minutos de jogo 59′, (pen) Gol marcado aos 68 minutos de jogo 68′, Gol marcado aos 90+3 minutos de jogo 90+3′ Juninho Paulista Gol marcado aos 86 minutos de jogo 86′ Final da Copa do Brasil de 1996, quando o Cruzeiro sagrou-se campeão do torneio: 19 de junho de 1996 21h40 Palmeiras 1 – 2 Cruzeiro Público: 29 139 Árbitro: SergipeSidrack Marinho dos Santos Luizão 5′ Roberto Gaúcho 25′ Marcelo Ramos 83′ Final do Campeonato Paulista de 2008, com a conquista do 22º título paulista do Palmeiras. 4 de maio de 2008 16h00 Palmeiras 5 – 0 Ponte Preta Público: 27 927 pagantes Árbitro: São PauloCléber Wellington Abade Ricardo Conceição (contra)Gol marcado aos 19 minutos de jogo 19′ Alex Mineiro Gol marcado aos 33 minutos de jogo 33′ Valdivia Gol marcado aos 72 minutos de jogo 72′ Alex Mineiro Gol marcado aos 74 minutos de jogo 74′ Alex Mineiro Gol marcado aos 83 minutos de jogo 83′ Final do Campeonato Paulista de 1936, com a conquista do 7º título paulista do Palestra Itália, antigo nome do Palmeiras. 9 de maio de 1937 15h00 Palestra Itália 2–1 Corinthians Público: 18 000 Árbitro: São PauloAntonio Sotero de Mendonça Luizinho Gol marcado aos 1 minutos de jogo 1′ Moacir Gol marcado aos 10 minutos de jogo 10′ Filó Gol marcado aos 61 minutos de jogo 61′ Penúltima partida do Campeonato Paulista de 1996 (disputado em dois turnos de pontos corridos), que marcou a conquista do 21º título paulista do Palmeiras, na melhor campanha da história do futebol profissional de uma equipe paulista, com 102 gols marcados. 2 de junho de 1996 16h00 Palmeiras 2—0 Santos Público: Não disponível Árbitro: ColômbiaOscar Ruiz Luizão Gol marcado aos 6 minutos de jogo 6′ Cléber Gol marcado aos 79 minutos de jogo 79′ Última partida do Campeonato Paulista de 1976 (disputado em pontos corridos), na conquista do 18º título paulista do P
almeiras, último troféu do clube com Ademir da Guia no elenco. 18 de agosto de 1976 16h00 Palmeiras 1–0 XV de Piracicaba Público: 40 283 Árbitro: São PauloRomualdo Arpi Filho Jorge Mendonça Gol marcado aos 39 minutos de jogo 39′ Partida decisiva do Campeonato Paulista de Futebol de 1933, que representou o quinto título paulista do Palestra Itália, antigo nome do Palmeiras. O jogo também fez parte da tabela do primeiro Torneio Rio-São Paulo da história, que foi vencido um mês depois também pelo Palestra Itália. 12 de novembro de 1933 15h00 Palestra Itália 1–0 São Paulo Público: 35 000 Árbitro: São PauloAlzemiro Ballio Avelino Gol marcado aos 71 minutos de jogo 71′ Primeiro jogo da final da Copa João Havelange (equivalente ao Campeonato Brasileiro de Futebol), em 2000, entre São Caetano e Vasco da Gama: 27 de dezembro de 2000 21h40 São Caetano 1–1 Vasco Público: 29 288 Árbitro: Rio Grande do SulCarlos Eugênio Simon ~César Gol marcado aos 14 minutos de jogo 14′ Romário Gol marcado aos 27 minutos de jogo 27′ Primeiro jogo da final da Copa do Brasil de 2004, entre Santo André e Flamengo: 23 de julho de 2004 21h40 Santo André 2–2 Flamengo Público: 20 994 Árbitro: PernambucoWilson de Souza de Mendonça Osmar Gol marcado aos 51 minutos de jogo 51′ Romerito Gol marcado aos 59 minutos de jogo 59′ Roger Guerreiro Gol marcado aos 25 minutos de jogo 25′ Athirson Gol marcado aos 83 minutos de jogo 83′ Último jogo oficial do Palestra Itália, em 2010, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro, entre Palmeiras e Grêmio: 22 de maio de 2010 18h30 Palmeiras 4–2 Grêmio Público: 18 635 Árbitro: Santa CatarinaPaulo Godoy Bezerra Ewerthon Gol marcado aos 15 minutos de jogo 15′ Gol marcado aos 29 minutos de jogo 29′ Maurício Ramos Gol marcado aos 60 minutos de jogo 60′ Cleiton Xavier Gol marcado aos 70 minutos de jogo 70′ Jonas Gol marcado aos 31 minutos de jogo 31′ Hugo Gol marcado aos 49 minutos de jogo 49′ Partida que concedeu o título do primeiro Torneio Rio-São Paulo ao Palmeiras: 10 de dezembro de 1933 17h00 Palmeiras 2–1 Fluminense Público: 25 000 Árbitro: Rio de JaneiroLoris Cordovil[24] Gabardo Gol marcado aos 15 minutos de jogo 15′ Dula Gol marcado aos 19 minutos de jogo 19′ Bermudes Gol marcado aos 94 minutos de jogo 94′ Fatos sobre o estádio “Palestra”, em grego e em italiano, significa ginásio esportivo ou ginástica; Em 16 de maio de 1920,[25] na primeira partida como legítimo proprietário do estádio, o Palestra Itália aplicou uma goleada sobre o Mackenzie, por 7 a 0, gols de Caetano (3), Heitor (2), Fabbi e Imparato. Em 15 de agosto de 1914, o Estádio Palestra Itália sediou a primeira partida internacional do Corinthians, que perdeu para o Torino (da Itália) por 3 a 0; Em 8 de agosto de 1920, o estádio sediou o Palestra Itália na maior goleada de sua história: 11 a 0 contra o S.C Internacional, pelo Campeonato Paulista; Em 26 de outubro de 1922, o Palmeiras venceu o Paraguai por 4 a 1, no primeiro jogo internacional do estádio;[26] Em 3 de novembro de 1933, ocorreu a maior goleada contra o maior rival: Palestra Itália 8×0 Corinthians;[27] Em 16 de dezembro de 1934, o Palestra Itália perdeu para a seleção brasileira por 4 a 1 (gol de Carazzo);[28] Em 21 de janeiro de 1976, o Estádio Palestra Itália viu seu último clássico entre Palmeiras e Corinthians: empate por 1 a 1[27] . De 1986 a 1990, um número expressivo de 68 jogos de invencibilidade foi construído no Palestra Itália, recorde no futebol brasileiro e mundial[29]. Torcida do Palmeiras no Estádio Palestra Itália em dezembro de 2007. Referências «Estádio Palestra Itália». Site Oficial. Consultado em 9 de fevereiro de 2010 Data de inauguração referente apenas ao campo «Palmeiras vence o XV e é campeão de 76». São Paulo: S.A. O Estado de S. Paulo. O Estado de S. Paulo (29 151). 30 páginas. 19 de agosto de 1976. ISSN 1516-2931. Consultado em 13 de julho de 2015 Felipe Zito, Rodrigo Faber e Tossiro Neto (27 de novembro de 2016). «Jogo do título registra o maior público da história do Palmeiras no Palestra». Globoesporte.com. Consultado em 27 de novembro de 2016 Inicialmente sob administração da Companhia Antarctica, o estádio foi vendido ao Palmeiras (na época Palestra Itália) em 1920 Aquisição realizada em 1920, quando a Companhia Antarctica vendeu o campo ao Palestra Itália Até a aquisição do campo pelo Palestra Itália, o local era alugado e tinha como mandantes o próprio Palestra Itália, Germânia e América F.C. (clube extinto no início do século XX) Folha de S. Paulo, 6 de abril de 1973, página 18 [Placar, coluna “Garoto do Placar”, de 4 de junho de 1976] “Especial Libertadores 1999”, UOL, 16/6/1999 “Em 1998, Palmeiras conquistava a 1ª edição da Copa Mercosul”[ligação inativa], Placar, 29/12/2014 “Em 1999, Flamengo tornava-se campeão da Copa Mercosul”[ligação inativa], Placar, 20/12/2014 “Em 2000, Vasco conquistava seu único título da Copa Mercosul”[ligação inativa], Placar, 20/12/2014 “Com derrota «para o Boca Juniors, Palmeiras dá ‘ciao’ ao Palestra Itália”, Globoesporte.com, 9/7/2010» Verifique valor |url= (ajuda) “Palmeiras «ignora crise, afunda o Grêmio e faz a festa na despedida do Palestra”, UOL Esporte, 22/5/2010»[ligação inativa] «Unidos e com trocas de elogios, Aerosmith mostra em SP que está longe dos colapsos que viveu no ano passado» (Página de Web). UOL. 30 de maio de 2010. 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Arquivado do original em 6 de maio de 2008 Verifique data em: |acessodata= (ajuda) “O recorde mundial de invencibilidade dentro do Palestra”, Terra, 21/5/2010 Ligações externas O Commons possui uma categoria com imagens e outros ficheiros sobre Estádio Palestra Itália «Projeto Arena Palestra Itália» «Templos do Futebol» «World Stadiums» (em inglês). «Stadium Guide» (em inglês). «Palestrinos: Estádio Palestra Itália» «Estádio Palestra Itália». no Google Maps Precedido por Estádio Olímpico Monumental Porto Alegre Copa do Brasil de Futebol Final 1996 Sucedido por Estádio do Maracanã Rio de Janeiro [Expandir]vde Sociedade Esportiva Palmeiras [Expandir]vde São Paulo Futebol de São Paulo [Expandir]vde Brasão da cidade de São Paulo.svg Cidade de São Paulo São Paulo City flag.svg Portal do Palmeiras Portal do futebol Portal de São Paulo Categorias: Sociedade Esportiva PalmeirasEstádios de futebol de São PauloEsporte na cidade de São PauloEstádios de futebol demolidos no BrasilEstádios de futebol inaugurados em 1902 Esta página foi editada pela última vez às 02h30min de 19 de julho de 2021. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição-CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) da Creative Commons; pode estar s
ujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de utilização. Política de privacidadeSobre a WikipédiaAvisos geraisVersão móvelProgramadoresEstatísticasDeclaração sobre ”cookies
O dia 27 de abril de 2020 celebra o centenário de um dos mais importantes capítulos da história do Palmeiras: a compra do terreno onde hoje está construído o imponente Allianz Parque. Foi há exatos 100 anos que, contando exclusivamente com recursos e esforços da sua comunidade, o Palestra Italia colocou em prática um dos mais audaciosos projetos de um time brasileiro em todos os tempos e pavimentou o caminho para se consolidar como um dos primeiros grandes clubes do país. Entre todas as discussões que norteavam o Palestra no período da sua fundação, em 1914, aquela sobre possuir uma casa própria era a principal, mesmo que não passasse de utopia até para as mais tradicionais e aristocratas equipes da época. O sonho começou a virar realidade quando a possibilidade de adquirir parte do Parque Antarctica, onde ficava a maior praça de esportes da cidade, aguçou a determinação e o vanguardismo dos palestrinos. Parque Antarctica lotado em jogo do Palestra Italia em 1920 O time até então contava com um espaço para treinamento na Rua Major Maragliano, no bairro Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo, e desde 1917 era um dos locatários do Parque Antarctica – usava um de seus campos duas vezes por semana. Os planos, porém, eram mais ambiciosos. O presidente palestrino Menotti Falchi (1919-1920) “Clubes menores possuem um campo. Temos de achar uma casa. Não é qualquer terreno que nos agrada, pois a grandeza da comunidade italiana e de nossos torcedores não concordaria”, disse o então presidente alviverde Menotti Falchi ao jornal Fanfulla, em fevereiro de 1920. “Um estádio moderno é o desejo de todo palestrino”, continuou o mandatário, já vislumbrando o gigante de concreto armado que seria inaugurado na década seguinte. Belfort Duarte autorizou a compra do terreno pelo Palestra Quando souberam que a Companhia Antarctica Paulista, proprietária do Parque Antarctica, estava de mudança para a Mooca, na Zona Leste da capital, dirigentes do Palestra manifestaram aos donos da fábrica a intenção de comprar o terreno. O alemão Antônio Zerrenner e o conde Asdrubal do Nascimento se dispuseram a vendê-lo por 500 contos de réis, uma fortuna naquele tempo. E, além do valor exorbitante, havia outro percalço a ser superado: parte do Parque Antarctica estava alugada ao América Futebol Clube, braço paulista do America Football Club-RJ. Para adquirir o local, o Palestra precisaria do consentimento do engenheiro João Evangelista Belfort Duarte, presidente do America. Um dos primeiros craques da história do futebol nacional, Belfort sofria de uma grave doença pulmonar que o forçara a se mudar para um rancho de difícil acesso no Pico do Itatiaia, em Resende (RJ). Coube ao jovem palestrino Vasco Stella Farinello a missão de localizar o craque-cartola. A viagem foi exitosa, porém árdua: o trajeto de São Paulo à casa de Belfort foi percorrido em 17 horas (12 de trem e outras cinco a cavalo). Contrato assinado Um dos portões de acesso ao Parque Antarctica se localizava na Avenida Água Branca (atual Francisco Matarazzo) Após receber o aval de Belfort Duarte, o clube incumbiu Davide Picchetti, Enrico De Martino, Luigi Rocco, Americo Giorgetti, Angelo Cristofaro e Vasco Stella Farinello de estudar a compra do Parque Antarctica. Até que em 31 de março de 1920, com a colaboração de todos os diretores e conselheiros, a comissão apresentou parecer favorável à obtenção do logradouro. A escritura lavrada em abril de 1920 registrou a compra do terreno junto à Companhia Antarctica Paulista por 500 contos de réis Durante a Assembleia Geral Extraordinária de 23 de abril de 1920, presidida por Davide Picchetti, a minuta do contrato foi aprovada, causando entusiasmo nos presentes. Curiosamente, pela primeira vez na história do Palestra Italia, a ata de uma reunião foi escrita em língua portuguesa – as anteriores haviam sido formuladas em italiano. No dia 27 de abril de 1920, uma escritura pública lavrada pelo tabelião Gabriel da Veiga, do 11º cartório da capital, registrou a compra de um extenso terreno da Companhia Antarctica Paulista, anexo ao Parque Antarctica, na Avenida Água Branca (atual Francisco Matarazzo), pelo Palestra Italia, pelo valor de 500 contos de réis – 250 no ato da assinatura e outros 250 divididos em duas prestações de 125. A propriedade compreendia dois campos e tinha área total de 120 mil m² O clube pagou a primeira cota com o cheque número 09743, de 250 contos de réis, em nome de Francisco Matarazzo & Cia. Com dificuldade, conseguiu saldar a segunda, estipulada para o ano seguinte.Porém, a fim de quitar o último débito (em dezembro de 1922), precisou vender parte do terreno para o conde Matarazzo por 187 contos de réis – o local corresponde à área onde se localiza hoje o Bourbon Shopping. A propriedade compreendia dois campos, arquibancadas e benfeitorias desde a Avenida Água Branca (atual Francisco Matarazzo) até o triângulo formado com a Avenida Pompeia. A área total tinha cerca de 120 mil m². Em sua primeira partida como dono do Parque Antarctica, o Palestra goleou o Mackenzie por 7 a 0, no dia 16 de maio de 1920, pelo Campeonato Paulista. Dois anos depois, o primeiro jogo da Seleção Brasileira fora do Rio de Janeiro na história foi realizado na casa palestrina: vitória por 2 a 1 contra a Argentina. Evolução e pioneirismo Planta do Stadium Palestra Italia apresentada em 1929 Dado o primeiro passo, já era hora de pensar em voos maiores. De imediato, a diretoria começou a planejar a construção de um estádio com amplas acomodações para público, jogadores e imprensa. Formou-se então a Comissão Pró-Estádio, encabeçada por Davide Picchetti. O grupo promoveu, entre outras iniciativas, campanhas de arrecadação de doações para viabilizar a construção do estádio, com destaque para as generosas contribuições do conde Matarazzo (25 contos de réis), do comendador Rodolfo Crespi (20), do Banco Francês-Italiano (15) e do comendador Giuseppe Pugliesi Carbone (10). A imprensa registrou com entusiasmo a inauguração do estádio palestrino em 1933 Finalmente no dia 13 de agosto de 1933, pouco mais de uma década depois de adquirir o terreno, os palestrinos inauguraram o Stadium Palestra Italia, o maior e mais moderno estádio do país na época e o primeiro da capital paulista a ter arquibancadas de concreto armado, com capacidade total de 30 mil pessoas. Em sua estreia na remodelada casa, o Verdão goleou o Bangu por 6 a 0, pelo Torneio Rio-São Paulo. O momento foi assim registrado pelo Acervo Histórico do clube: “A cidade parecia toda em festa. Festa que convergia para uma só direção: o Parque Antarctica. Os velhos bondes, saindo ainda do triângulo constituído pelas ruas Direita, XV de Novembro e São Bento, viajando apinhados. Eram eles o principal meio de transporte dos torcedores, ao mesmo tempo em que várias linhas de ônibus ajudavam a movimentar a grande massa humana para o Parque. Mas era o velho bonde, rangendo nos trilhos, que desempenhava a missão principal na função do transporte. Muita gente que não saía de casa havia muito tempo vestia as roupas domingueiras. Mulheres em quantidade se locomovendo para lá. Era dia de festa. Principalmente, de festa palestrina”. O Estádio Palestra Italia foi fechado em 2010 para a reforma que durou quatro anos Saiba mais detalhes sobre o Parque Antartica e o Allianz Parque. LIVROS Parque dos Sonhos A história do Parque Antarctica é esmiuçada no livro Parque dos Sonhos, escrito pelo jornalista Fernando Galuppo, do Departamento de Comunicação do Palmeiras, e pelo historiador José Ezequiel de Oliveira Filho, diretor do Acervo Histórico do clube. Bilíngue (português e inglês), a obra retrata em 176 páginas a evolução do estádio onde foi disputado o primeiro jogo oficial de futebol no Brasil – em
1902, entre Germânia e Mackenzie. Para comprá-la a preço promocional, acesse o site da livraria da Editora In House. Cem Anos em Um Dia A obra do escritor Celso de Campos Jr., da editora Garoa Livros, narra o passeio de um avô, um pai e um filho ao Allianz Parque. Eles são recebidos por uma jovem que, ao mesmo tempo em que apresenta o estádio, conta toda a centenária trajetória do Palmeiras naquele local. Um divertido livro de 54 páginas, bem ilustrado, com linguagem simples e direcionado a leitores de todas as idades. Uma obra para ser lida em família e que foi disponibilizada gratuitamente na internet pelo autor. SEJA SÓCIO AVANTI Notícias
DESENTUPIDORAS PERDIZES Desentupidora Bairro Siciliano Desentupidora Bairro Urbanizadora Desentupidora Campos Da Escolástica Desentupidora Jardim Vera Cruz Desentupidora Perdizes Desentupidora Sumaré Desentupidora Anglo-Brasileira Desentupidora Vila Pompéia Reciclar para Preservar Ciclo da reciclagem do óleo de cozinha O ciclo do óleo de cozinha não termina após o seu uso. Por isso, é importante manter o hábito de ancaminhar para a reciclagem do óleo de cozinha usado. Afinal, é assim que podemos ajudar a não poluir os rios e a preservar o meio ambiente. Depois de destinado à coleta, o óleo de cozinha serve de ingrediente para a fabricação de barras de sabão ou então para transformação em biodiesel, combustível que é usado para abastecer caminhões e ônibus. Como armazenar o óleo usado: Inicialmente, é preciso esperar que o óleo utilizado no preparo das comidas esfrie. Depois, coloque-o em uma garrafa plástica, tipo PET, e feche bem. Quando o recipiente estiver cheio, leve a um posto de recebimento para que esse óleo seja coletado pelas empresas de reciclagem. No ponto de coleta, o óleo acondicionado em garrafas PET, as quais serão então depositadas em recipientes maiores (tonéis) e posteriormente encaminhado para as unidades de reciclagem, onde será transformado em sabão ou em biodiesel. Na maioria dos pontos de coleta de São Paulo, no ato da entrega do óleo usado, a pessoa receberá duas pedras de sabão em troca. Mas a recompensa maior, entretanto, é saber que esse ato evitou danos à natureza. O próximo passo ocorre nos pontos de reciclagem. Pessoas de comunidades carentes são contratadas para atuar na manufatura de sabão, que tem o óleo usado como principal matéria prima. Assim, o produto que causaria danos ambientais, vira fonte de renda. Em muitos casos proporciona o primeiro emprego formal de uma pessoa. Além de se transformar em sabão, que é 90% biodegradavel, o óleo de cozinha usado vira biodiesel, combustível que irá mover caminhões e ônibus, veículos essenciais para o transporte de mercadorias e de pessoas. O biodiesel é renovável e emite 48% menos CO2 que o combustível fóssil. Isso resilta, mais uma vez, em menor poluição lançado no ar das cidades. Moradores criticam construção de piscinão na Lapa fonte: Jornal da Gente Com a notícia de que a Prefeitura quer realizar uma Parceria Público Privada (PPP) para a construção de piscinões, dois deles na região, na Praça São Crispim (Lapa) e Praça Rio dos Campos (Perdizes), moradores estão preocupados que as obras possam prejudicar as áreas verdes. Foi criado um abaixo-assinado na internet com o nome “Bruno Covas: impeça o estrago da Praça São Crispim para a escavação do Piscinão na Lapa”. O documento aponta que “a Prefeitura quer devastar três mil m² de área verde na Lapa para construir um reservatório de água no lugar, um dos tipos de obra de drenagem urbana ultrapassado e condenada por especialistas como uma medida paliativa e não sustentável em comparação as outras inúmeras alternativas”. Outra preocupação, no caso da Lapa, é que a obra será realizada em uma área entre a Rua Tito e a Avenida Ricardo Medina Filho, onde estão dois pontos de ônibus, playground e equipamentos de ginástica que os moradores afirmam serem bastante utilizados. Além do impacto da obra, a presença do reservatório e risco de transbordamento também são criticados. “Piscinões promovem uma desvalorização da área, interrupção do tecido urbano, desvios da malha viária e ainda preocupam os moradores com as mazelas sanitárias decorrentes do acúmulo de água parada por grandes períodos de tempo. Eles são apenas uma das possibilidades de se conter parcialmente os alagamentos e funcionam melhor em áreas de inundação, como as que acontecem na Rua Guaicurus, por exemplo, e que nunca foi o caso da respectiva área que a sub quer destruir na Vila Ipojuca”, aponta o abaixo-assinado. Os vizinhos defendem que as próprias praças, além da função de convívio, são um instrumento importante para a absorção de água e permeabilidade do solo, situação diferente da obra que foi realizada no ano passado no entorno do Mercado da Lapa, que além de captar água da chuva, foi feita a ligação dos ramais de esgoto para resolver os problemas de vazamento que ocorriam no local. “Vamos ter a devastação dessa área verde. Eu moro aqui há 57 anos, lembro quando plantaram as árvores na década de 70, que agora estão frondosas. Eles deviam limpar bueiros e bocas de lobo, não fazer essa obra. Já vi em momentos de chuva pequenos acúmulos de água, mas nada que levasse à construção de um piscinão próximo à Rua Ponta Porã. No Mercado da Lapa precisava, mas aqui é um absurdo. Podem acabar com duas praças antiquíssimas, duas áreas maravilhosas e arborizadas”, relata a moradora Regina Ferreira. Filipe Antonio Marques Facetta, pesquisador da Seção de Investigações, Riscos e Desastres Naturais do IPT, explicou em um artigo escrito por Pedro Teixeira e publicado no Jornal da USP em abril deste ano alguns problemas dos piscinões. “Lá não chega só água, mas também sedimentos, lixo, a própria população deposita detritos ali. Assim, o reservatório fica atolado. Fora que demandam tecnologias caras movidas por energia elétrica. Chove, cai uma árvore e arrebenta um fio. Pronto, não tem eletricidade e o mecanismo não funciona direito”, disse. Desentupidora Perdizes Bairro de Perdizes, Zona Oeste de São Paulo CONTAMINAÇÂO REDE DE ESGOTO Uma das principais causas de contaminação por vírus e bacterias no ambiente doméstico é a rede de esgoto. Entupimentos e vazamentos fazem com que as pessoas acabem tendo contato direto com o esgoto doméstico. Se o ralo do chuveiro no banheiro por exemplo estiver com problema de entupimento e a água estiver demorando para baixar isso já é suficiente para uma contaminação. Se você perceber qualquer alteração no seu sistema de esgoto chame uma empresa como a nossa que tem experiência e equipamentos apropriados para execução de serviços de desentupimento e limpeza de rede de esgoto. Executamos serviços de desentupimento, esgotamento sanitário, limpeza de caixa de gordura, limpeza de fossa séptica, caça vazamento e dedetização. NOTÍCIAS DE PERDIZES Segunda onda do Covid-19 chega em São Paulo com aumento dos casos de infecção e internação. Se puder, #FiqueEmCasa e colabore com os nossos irmãos dos serviços essenciais, como os do saneamento básico e saúde, que estão na linha de frente do combate. (11) 3313-1732 Limpa Fossa Perdizes Desentupidora Perdizes Menor Preço 19/06/21 Desentupidora em Perdizes Desentupidora Perdizes Equipamento de Vídeo Inspeção em Perdizes Caminhão Limpa Fossa Séptica em Perdizes Caminhão Limpa Sumidouro em Perdizes Caminhão Limpeza Fossa Séptica Perdizes Caminhão para Desentupir Fossa em Perdizes Caminhão para Sugar Fossa em Perdizes Caminhão Pipa Limpa Fossa em Perdizes Caminhão Tanque Limpa Fossa em Perdizes Chupão em Perdizes Desentupidora Anglo Brasileira Desentupidora Bairro Siciliano Desentupidora Bairro Urbanizadora Desentupidora Campos da Escolástica Desentupidora de Banheiro em Perdizes Desentupidora de Tanque em Perdizes Desentupidora e hidrojateamento em Perdizes Desentupidora Jardim Vera Cruz Desentupidora Perdizes Desentupidora Sumaré Desentupidora Vila Pompéia Des
entupimento de Duto, Cano e Sifão em Perdizes Desentupimento em Casas em Perdizes Desentupimento Perdizes Desentupimento Ralo em Perdizes Desentupimos em Perdizes Desentupir Pia em Perdizes Desentupir Privada, Cuba, Vaso, Bacia e Eliminar Mau Odor em Perdizes Hidrojateamento e Limpa Fossa em Perdizes Limpeza de Condomínios em Perdizes Limpeza de Poço de Decantação e Lama em Perdizes Limpeza Perdizes Limpeza Poço de Recalque Prédio Perdizes Minhocão em Perdizes Perdizes Bairro de São Paulo Perdizes Desentupidora Perdizes Desentupimento Secar Fossas em Perdizes Tatuzão em Perdizes

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