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Desentupidora Na Casa verde 98776-7059

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Casa Verde é um bairro do distrito de Casa Verde, na Zona Norte do município de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil. Tradicional bairro de sambistas, é famoso por ser o bairro das escolas de samba Império de Casa Verde, Morro da Casa Verde e Unidos do Peruche. Foi fundado em 21 de maio de 1913. É um bairro residencial de classe média. A Casa Verde possui fácil acesso ao Centro e à Zona Oeste da cidade através das pontes da Casa Verde e do Limão, além de fácil acesso ao Terminal Intermodal Palmeiras-Barra Funda e ao Terminal Rodoviário Tietê. Índice 1 História 2 Infraestrutura e Serviços 3 Curiosidade 4 Referências História O velho sítio da Casa Verde, que já fora propriedade do aclamado “rei” Amador Bueno (em 1641 pelos espanhóis residentes em São Paulo) e que posteriormente passa ser propriedade do militar José Arouche de Toledo Rendon, descendente de Amador Bueno. Foi nessa época pelo que consta em documentos do arquivo histórico do municipio que a região acaba por ser conhecida popularmente como “sítio das moças da casa verde” e sítio da casa verde. Em 1842 João Maxweel Rudge torna-se proprietário da área da margem direita do Tietê; seus herdeiros em 1913 lotearam a área onde pretendiam criar o bairro como “Vila Tietê”. O empreendimento é bem-sucedido. O nome, no entanto, não resiste a força popular das histórias do sítio das moças da Casa Verde. O desenvolvimento é lento só acelerado no ritmo que os benefícios chegam no bairro (a construção da ponte de madeira, chegada do bonde, a luz elétrica, a construção da igreja, o distrito de paz…). O bairro cresce, a cidade cresce. Hoje, uma megalópole.[1] Por causa do Aeroporto Campo de Marte em Santana, até os anos 1980 eram poucos os prédios existentes no bairro. Após uma revisão do comando da Aeronáutica, houve uma liberação de uma parte da faixa proibida e a Casa Verde começou a se verticalizar. No ano de 1927 foi criada a Paróquia de São João Evangelista da Casa Verde.[2] Uma praça do bairro (Praça Centenário) Panorama da Casa Verde Infraestrutura e Serviços A Casa Verde conta com uma boa infraestrutura de transportes, possuindo amplas avenidas, das quais se destacam a Avenida Engenheiro Caetano Álvares e a Avenida Braz Leme. Há também um grande número de residências, escolas públicas e particulares e variados serviços. É vizinho de importantes bairros, como a Vila Baruel, Vila Bandeirantes, Jardim São Bento, Jardim das Laranjeiras, Barra Funda, Santana e Bom Retiro. Tem, como principais instituições de ensino, as escolas particulares Colégio Augusto Ramos, Colégio Dr. Bernardino de Campos, Colégio Nova Visão, Colégio Novo Tempo e as escolas públicas Benedito Tolosa, EMEI Abelardo Galdino Pinto Piolin e EMEF Dona Angelina Maffei Vita. Curiosidade Em 1975, o bairro serve de cenário à novela A Viagem, escrita por Ivani Ribeiro, produzida pela Rede Tupi e exibida de 1º de outubro de 1975 a 27 de março de 1976, às 20 horas, em 141 capítulos. As principais cenas foram gravadas na Praça Centenário. Em 2013, o bairro serve de cenário à telenovela Sangue Bom, da Rede Globo. Referências «Histórico – Portal da Prefeitura da Cidade de São Paulo». www.prefeitura.sp.gov.br. Consultado em 8 de março de 2016 http://arquisp.org.br/regiaosantana/paroquias/paroquia-sao-joao-evangelista/matriz-paroquial-sao-joao-evangelista [Esconder]vde SP -São Paulo – Zona Nordeste de São Paulo – Subprefeitura da Casa Verde/Cachoeirinha Cachoeirinha Campo da Água BrancaJardim AntárticaJardim CeciJardim CentenárioImirimJardim Nossa Senhora da ConsolataJardim PeriJardim Peri NovoJardim Santa CruzSítio Casa VerdeVila AmáliaVila AngélicaVila Bela VistaVila CachoeirinhaVila CelesteVila ContinentalVila DionísiaVila Nova CachoeirinhaVila Paulo RaveliVila PitaVila RoqueVila Vista AlegreVista Alegre Casa Verde Casa VerdeCasa Verde BaixaCasa Verde MédiaImirimJardim das LaranjeirasJardim GuanandiJardim IbériaJardim RossinJardim São BentoJardim São DomingosJardim São MiguelJardim S KemelParque PerucheParque Souza AranhaParque SamaritáSítio do MandaquiVila AnhembiVila BandeirantesVila BaruelVila BiancaVila CéliaVila EsterVila GouveiaVila MinosiVila RossinVila Vanda Limão Casa Verde AltaChácara Morro AltoConjunto Residencial Novo PacaembuJardim das GraçasJardim MarinaJardim Pereira LeiteJardim PrimaveraJardim São LuísJardim Sítio do MorroJardim TaborLimãoSítio do MorroVila BarbosaVila CarboneVila CarolinaVila Cristo ReiVila DivaVila EspanholaVila MarisbelaVila PradoVila Santa MariaVila SantistaVila Siqueira ,Conheça a história da Casa Verde Início do século XX. A Revolução Industrial muda o perfil das grandes cidades européias, conflitos entre a organização dos trabalhadores que procuram lutar pela conquista dos direitos e o capital que procura se utilizar do desenvolvimento tecnológico (gerando a automação) para aumentar a acumulação de riqueza e de se expandir. Neste lado do oceano Atlântico, nossa São Paulo também sofria transformações. O final da escravidão, as levas de emigrantes que chegavam (e entre eles a vinda de militantes anarquistas) seu estabelecimento nas lavouras ou como mão de obra na industria que ensaiava seus primeiros passos. A cidade crescia e se espalhava pelo planalto piratininga transformando sítios em loteamentos, vilas que se tornaram dormitórios ou mesmo na região onde o núcleo que formava o bairro era a industria (o que pressupunha alguns serviços de infra-estrutura que a cidade tinha que fornecer). Dentro desse quadro é que vemos o velho sítio da Casa Verde, que já fora propriedade do aclamado “rei” Amador Bueno (em 1641 pelos espanhóis residentes em São Paulo) e que posteriormente passa ser propriedade do militar José Arouche de Toledo Rendon, descendente de Amador Bueno. Foi nessa época pelo que consta em documentos do arquivo histórico do municipio que a região acaba por ser conhecida popularmente como “sítio das moças da casa verde” e sítio da casa verde. Em 1842 João Maxweel Rudge torna-se proprietário da área da margem direita do Tietê; seus herdeiros em 1913 lotearam a área onde pretendiam criar o bairro como “Vila Tietê”. O empreendimento é bem-sucedido. O nome, no entanto, não resiste a força popular das histórias do sítio das moças da Casa Verde. O desenvolvimento é lento só acelerado no ritmo que os benefícios chegam no bairro (a construção da ponte de madeira, chegada do bonde, a luz elétrica, a construção da igreja, o distrito de paz…). O bairro cresce, a cidade cresce. Hoje, uma megalópole. Dentro do emaranhado de relações tão complexas é preciso olhar e descobrir “as pontas” que conduzem aos fatos bizarros do cotidiano, dos homens e mulheres que ocupavam um determinado espaço geográfico, sofreram e venceram dificuldades e limitações nas primeiras famílias pioneiras do bairro. E se chegar nos que hoje lá se estabelecem enfrentando novas (e as vezes velhas) dificuldades. Procurar o entendimento do processo que gestou essa cidade, recuperou a memória do micro universo do bairro (das ruas). Viajar no tempo através de documentos, fotos, relatos de família, conhecer o perfil do morador de hoje, unir esses fios e tentar desvendar um pouco da “alma” que pulsa nessa cidade e descobrir nela refletida o gens de ser a humanização. Cronologia da Casa Verde 1638 – sítio com um total de 200 alqueires, propriedade do “todo poderoso” Amador Bueno Ribeiro (provedor da capitânia, capitão mor, ouvidor, contador de fazenda real, juíz de orfãos) – e aclamado pelos espanhóis – aqui radicado em 1641 como “rei”. Na época era cultivado na região trigo, cevado, vinha, produtos considerados tipicamente europeus. 1794 – O tenente coronel José Arouche de Toledo Rendon envia ao seu irmão em Lisboa uma caixa de café produzido no sítio. 1852 – O sítio passa para Francisco Antonio Baruel passando por diversos outros donos. 1882 – João Maxwell Rudge torna-se proprietário do sítio. 1913
– Os herdeiros de Maxwell Rudge decidem lotear o sítio. Em 21 de maio o 1º lote é vendido. Elas dão o nome de Vila Tietê que afinal não foi assimilado pela população continuando a ser conhecida como casa verde. 1915 – Os irmãos Rudge constroem a ponte de madeira sobre o Rio Tietê. 1922 – Chegada do bonde no bairro. 1925 – Lançada pedra fundamental da Igreja S. João Evangelista. 1927 – Lançada pedra fundamental da Paróquia N.S. das Dores. 1928 – Lei nº 2335 de 28 de dezembro cria o distrito de paz da Casa Verde. 1937 – Chegada da luz elétrica do bairro. 1954 – A ponte de madeira é substituída pela atual de concreto. Origem do nome Casa Verde O que a lei reconhece como subdistrito na divisão política da cidade, muitas vezes não corresponde ao que a população considera como bairro. O bairro possui características muito próprias que, com o passar do tempo se reforçam e acabam por individualiza-lo de maneira inconfundível tanto para os que moram nele como no conceito geral. Na casa verde vemos um exemplo onde a denominação do bairro resulta da “voz anônima” dos que primeiro se fixaram ou afluíram para la seguindo referências populares e a “criação” de “Vila Tietê” teve que acabar por curvar-se a nomenclatura popular da casa verde. Há controvérsia quanto a origem do nome. Sabe-se no entanto que a história se entrelava com a de moças descendentes de Amador Bueno Ribeiro eram filhas do general José Arouche de Toledo Rendon muito populares entre os rapazes da faculdade de direito do Largo S. Francisco de quem o general foi o primeiro diretor. Alguns relatos dão conta de uma casa verde no sítio na margem dentro do Rio Tietê; outros falam da grande e nobre irmandade Arouche Rendon viviam numa casa verde numa antiga travessa do Colégio (hoje Anchieta). Elas eram conhecidas como “as moças da casa verde da travessa do colégio” as terras do general José Arouche de Toledo Rendon se estendiam até a margem direita do Tietê. Em 1852 morre dona Caetano Antonia, a última das “moças da casa verde” o sítio passa pela mão de vários donos até chegar a família Rudge que acaba por loteá-lo. Mas na voz popular a região continuou a ser chamada como casa verde numa referência a casa. Clique aqui e Conheça a história da Vila Nova Cachoeirinha Clique aqui e Conheça a história do Bairro do Limão
,Localizado na zona norte de São Paulo, a Casa Verde é um bairro tradicional e de perfil residencial.. Por conta do Campo de Marte, aeroportos que fica nas proximidades do bairro Santana, até os anos 80 existiam poucos prédios destinados à moradia no bairro. Foi após uma liberação do Comando da Aeronáutica que a região começou a se verticalizar, dando origem a alguns prédios. A Casa Verde é sinônimo de qualidade de vida O bairro mantém suas características originais até hoje. Basta fazer uma caminhada pela Casa Verde para sentir o clima calmo e agradável que suas praças e ruas propiciam. Fonte: Mapio Fonte: Mapio A Praça do Centenário é um local que abriga muitas árvores, parquinho para crianças, pista de caminhada e muito mais. Outra opção é a Avenida Braz Leme, que possui um parque linear e abriga uma pista de cooper e caminhada, aparelhos de ginástica e ciclovia. Um dos locais mais procurados para a prática de exercícios físicos ao ar livre da região. Fonte: Wikipedia Diversas opções de acesso A região da Casa Verde está em um ponto estratégico da cidade em termos de acesso, situada ao lado da Marginal Tietê, principal via de ligação entre as zonas Leste e Oeste. Também está muito próxima da ponte da Casa Verde, responsável por ligar a Avenida Rudge ao centro da capital. Além disso, a Avenida Braz Leme (a mais importante via da zona norte) começa no bairro e chega até Santana. Acesso Ponte da Casa Verde Fonte: Mapio Variedade de comércios e serviços A Rua Doutor Cesar Castiglioni Júnior concentra excelentes estabelecimentos comerciais que facilitam o dia a dia de quem mora na região. Nela é possível encontrar bancos, padarias, escolas de idiomas, correios, lojas de vestuário, banca de jornal, entre outras opções. Além disso, o Hipermercado Carrefour, o Supermercado Pão de Açúcar também estão nas proximidades. A Avenida Braz Leme também se destaca nessa categoria, pois oferece estabelecimentos e conveniências em toda sua extensão. Os Shoppings Center Norte e Bourbon são uns dos principais centros de compras das zonas norte e oeste respectivamente. Juntos eles somam mais de 500 lojas de diversos segmentos, praças de alimentação, salas de cinema de última geração e teatro. Shopping Center Norte

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