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Desentupidora na Alfredo pujol 98776-7059

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A Rua Alfredo Pujol é um logradouro do município de São Paulo, Brasil. Essa logradouro começa na Rua Voluntários da Pátria, próximo a Avenida Cruzeiro do Sul, na zona norte, liga-se a vias de Santana, como Rua Voluntários da Pátria, Rua Amaral Gama, Rua Frei Vicente do Salvador, Rua Cônego Manuel Vaz, Rua Aluísio Azevedo e termina na Rua Leão XIII no Jardim São Bento. O nome da rua é uma homenagem a Alfredo Gustavo Pujol (1865-1930).[1][2] Características A Rua Alfredo Pujol é uma das ruas mais importantes de Santana, fazendo a ligação deste com o bairro vizinho do Jardim São Bento. Nos séculos XVIII e XIX era a rua que situava a sede da Fazenda de Sant’ Ana (onde é hoje o CPOR/SP). No trecho inicial é plana, não abriga nenhum prédio, nas outras áreas da via algumas edificações são voltadas ao uso residencial, mas a maioria é comercial. Na sua extensão encontram-se o Centro de Preparação de Oficiais da Reserva de São Paulo; cursinhos; padarias; a Gazeta da Zona Norte, que é‎ um jornal tradicional do bairro; a Associação Brasileira de Oficiais da Reserva do Exército e diversas lojas. As ruas afluentes a ela, ladeiras, abrigam na sua maioria casas de uso residencial de médio padrãoAVISOS HORÁRIO NORMAL NO PERÍODO DE PANDEMIA – SEGUNDA Á SEXTA: 9h às 17h – SÁBADO: 9h às 12h AVISOS OS FORMULÁRIOS ON LINE – PARA SOLICITAÇÃO DE SERVIÇOS ESTÃO TEMPORARIAMENTE INATIVOS História do Distrito de Sant’ana O distrito de Paz de Santana foi criado em 1898, tendo seus limites alterados ao longo dos anos com a criação de novos subdistritos e dos atuais distritos (Lei municipal de1986) na zona norte da cidade. Entretanto, as origens da região de Santana são muito antigas, tanto que é reconhecido como aniversário do bairro de Santana a data de 26 de Julho de 1782 (234 anos). O nome Santana é uma referência à mais famosa propriedade da região: a Fazenda de Sant’Ana – expropriada pelo governo português dos jesuítas, através do Marquês de Pombal, no século XVIII, muito profícua de produção agrícola e abastecia o centro com suas provisões. A região de Santana até os fins do século XIX manteve como característica o fornecimento de frutas e verduras para a cidade – centro e adjacências, além de ter sido conhecida como local de lazer e passeio, por sua posição geográfica próxima a Serra da Cantareira, aonde os paulistanos podiam descansar em contato com a natureza. Santana é uma região que, apesar de ser um antigo núcleo populacional da zona norte da cidade, permaneceu durante muito tempo isolada do restante da capital devido a barreiras naturais como o Rio Tietê e a Serra da Cantareira. Esse isolamento permaneceu até o início do século XX quando, seguindo os passos de toda a cidade, Santana se desenvolveu rapidamente devido ao processo de industrialização e à riqueza gerada por meio do ciclo do café em todo o Estado de São Paulo. Para abastecer o reservatório da Consolação, a Companhia Cantareira e Esgotos resolveu captar água na Serra da Cantareira e foi necessária a criação de um meio de transporte para locomoção de trabalhadores e materiais de construção, razão pela qual o Governo do Estado resolveu então construir a pequena linha férrea provisória do Tramway Cantareira. No ano de 1893 o Tramway já estava em operação. Santana abrigava 4 estações do trem, quais sejam: a Areal na altura da atual estação Carandiru do Metrô; Santana, criada na rua Alfredo Pujol próximo à rua Voluntários da Pátria; Quartel em frente ao quartel do Exército (CPOR/SP); e Chora Menino havendo a mudança de nome para Santa Terezinha, que situava-se próximo ao Cemitério de Santana na rua Cônego Manoel Vaz. No início da década de 1940 o distrito ganhou uma nova ligação com o centro da cidade, com a construção da Ponte das Bandeiras, que substituiu a antiga Ponte Grande. O prefeito da época, Prestes Maia, considerava a obra como o portão de entrada da cidade. Nos arredores da ponte instalaram-se diversas agremiações esportivas, destacando-se o Clube de Regatas Tietê e o Clube Esperia, este último fundado em 1899 e ainda existente. Esportes aquáticos como regatas de remo e natação eram regularmente praticados no rio Tietê, antes deste ter o trecho que cruza a Capital completamente poluído nas décadas seguintes. No dia 31 de março de 1965, após 72 anos de uso, o Tramway foi desativado para liberar caminho para o Metropolitano de São Paulo. Dez anos depois o Distrito de Santana completou sua integração com o resto da cidade: com a construção da Linha 1- Azul do Metrô, a região passou por um processo de desenvolvimento e avanços em sua infraestrutura, que a transformou em um dos principais pólos comerciais da zona norte da cidade. Abrigou outrora a antiga sede da Casa de Detenção de São Paulo, transformada no que é hoje o Parque da Juventude, possui também um dos maiores centros de feiras e exposições paulistanos, o Pavilhão do Anhembi, além do Terminal Rodoviário do Tietê, o mais movimentado do Brasil e o Aeroporto Campo de Marte, o primeiro da cidade. Destacam-se ainda o Alto de Santana e o Jardim São Paulo, bairros nobres localizadas em sua extensão. Possui o maior IDH (0,925) da zona norte da cidade e o décimo nono maior dentre todos os 96 distritos da Capital paulista. Para efeito de comparação: no ano 2000, data do último censo paulistano, este valor de IDH era igual ao da Alemanha. logo-facebook Facebook

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