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A Estação Santana é uma das estações da Linha 1–Azul do Metrô de São Paulo. Foi inaugurada no dia 26 de setembro de 1975.[1] Durante 22 anos e 7 meses foi ponto-final da Linha 1–Azul, em sua parte norte. Índice 1 Localização 2 Características 2.1 Demanda média da estação 2.2 Obras de arte 3 Ver também 4 Notas e Referências 5 Ligações externas Localização Entrada da estação Localiza-se numa área conhecida hoje como o Centro de Santana, na Avenida Cruzeiro do Sul, 3173[1], no distrito de Santana, zona norte. Em 1964 foi demolida a Estação Santana do Tramway da Cantareira, construída em 1895 e localizada na Rua Alfredo Pujol entre a Rua Voluntários da Pátria e a Avenida Cruzeiro do Sul, exatamente dentro da curva, do lado direito no sentido Cantareira, não muito distante de onde mais tarde foi construída a estação Santana do metrô. Características Painel sem título de autoria de Maurício Nogueira Lima. Painel sem título de autoria de Odiléa Toscano. Novos elevadores no canteiro central da avenida Cruzeiro do Sul. Trata-se de uma estação elevada com estrutura em concreto aparente, com cobertura pré-fabricada de concreto e duas plataformas laterais. Possui dois níveis, sendo um de travessia subterrânea (com acesso ao terminal), bloqueios e bilheterias e outro para as plataformas, com escadas rolantes e fixas servindo de ligação entre os diferentes níveis. Tem 8.565m² de área construída.[1] Possui três saídas, a primeira na esquina da referida avenida com a Rua Leite de Morais, a segunda ao lado da Escola Estadual Padre Antônio Vieira, esquina com a Rua Dr. Gabriel Piza (estas duas a oeste da linha) e a terceira dentro do terminal Santana localizado a leste da estação. A estação também possui um elevador para o acesso aos portadores de deficiência. A capacidade da estação é de 30 000 passageiros por hora, no horário de pico e sua área construída é de 8 565 metros quadrados.[1] A estação possui as maiores escadas rolantes do sistema, que saem do subterrâneo da Av. Cruzeiro do Sul e vão até a plataforma elevada. Possuem cerca de 35 metros de comprimento e vencem um desnível de 20 metros.[carece de fontes] Demanda média da estação A média de entrada de passageiros nessa estação em 2013 foi de 65 000 passageiros por dia útil, estando entre as cinco mais movimentadas da Linha 1.[2] Obras de arte “Sem Título” (mural 1), Maurício Nogueira Lima, pintura sobre parede (1990), tinta acrílica (72,00 m²), instalado no mezanino.[4] “Sem Título” (mural 2), Odiléa Toscano, pintura sobre parede (1990), tinta acrílica (2,10 x 18,00 m), instalado no acesso oeste da estação.[4] “Sem Título” (painel), Maurício Nogueira Lima, pintura sobre placas de fibrocimento (1990), tinta acqua-cryl (140 m²), instalado nos corredores de acesso à plataforma.[4] Ver também Metrô de São Paulo Santana Terminal Santana Notas e Referências Metrô de São Paulo. «Estação Santana». Consultado em 21 de fevereiro de 2015 Metrô SP (2013). «Informações sobre a demanda». Consultado em 21 de fevereiro de 2015 FRAGELLI, Marcelo (2011). Quarenta anos de prancheta. [S.l.]: Romano Guerra. 448 páginas. ISBN 978-85-8858-518-8 «Roteiro de Arte do Metrô de São Paulo» Ligações externas Site oficial do Metrô de São Paulo Lista de pontos de interesse da Estação Santana Linha Terminais Inauguração Comprimento (km) Estações Duração das viagens (min) Funcionamento (*) 1 Azul Tucuruvi ↔ Jabaquara 14 de setembro de 1974 20,2 23 47 Diariamente, das 4h40 à 0h32; Sábados até a 1 hora de domingo Sigla Estação Inauguração Capacidade Integração Plataformas Posição Notas SAN Santana 26 de setembro de 1975 30 mil passageiros hora/pico Bilhete Único da SPTrans e Terminal Santana Laterais Elevada Estação com estrutura de concreto aparente. Precedido por Jardim São Paulo–Ayrton Senna Distância: 1.474 metros Linha 1–Azul do Metrô Santana Sucedido por Carandiru Distância: 740 metros [Esconder]vde Metrô de São Paulo Linha 1–Azul TucuruviParada InglesaJardim São Paulo–Ayrton SennaSantanaCarandiruPortuguesa–TietêArmêniaTiradentesLuzSão BentoSéJapão–LiberdadeSão JoaquimVergueiroParaísoAna RosaVila MarianaSanta CruzPraça da ÁrvoreSaúdeSão JudasConceiçãoJabaquara Linha 2–Verde Vila MadalenaSantuário Nossa Senhora de Fátima–SumaréClínicasConsolaçãoTrianon–MaspBrigadeiroParaísoAna RosaChácara KlabinSantos–ImigrantesAlto do IpirangaSacomãTamanduateíVila PrudenteOrfanatodaggerSanta ClaradaggerAnália FrancodaggerVila FormosadaggerSanta IsabeldaggerGuilherme GiorgidaggerAricanduvadaggerPenhadaggerPenha de Françadouble-daggerTiquatiradouble-daggerPaulo Freiredouble-dagger Linha 3–Vermelha Palmeiras–Barra FundaMarechal DeodoroSanta CecíliaRepúblicaAnhangabaúSéPedro IIBrásBresser–MoocaBelémTatuapéCarrãoPenhaVila MatildeGuilhermina–EsperançaPatriarca–Vila RéArtur AlvimCorinthians–Itaquera Linha 4–Amarela Vila SôniadaggerSão Paulo–MorumbiButantãPinheirosFaria LimaFradique CoutinhoOscar FreirePaulistaHigienópolis–MackenzieRepúblicaLuz Linha 5–Lilás Capão RedondoCampo LimpoVila das BelezasGiovanni GronchiSanto AmaroLargo TrezeAdolfo PinheiroAlto da Boa VistaBorba GatoBrooklinCampo BeloEucaliptosMoemaAACD–ServidorHospital São PauloSanta CruzChácara Klabin Linha 6–Laranjadagger BrasilândiaVila CardosoItaberaba–Hospital Vila PenteadoJoão Paulo IFreguesia do ÓSanta MarinaÁgua BrancaSESC–PompeiaPerdizesPUC–Cardoso de AlmeidaAngélica–PacaembuHigienópolis–Mackenzie14 BisBela VistaSão Joaquim Linha 15–Prata Vila PrudenteOratórioSão LucasCamilo HaddadVila TolstóiVila UniãoJardim PlanaltoSapopembaFazenda da JutaSão MateusJardim ColonialdaggerBoa Esperançadouble-daggerJacu–Pêssegodouble-daggerJardim Mariludouble-daggerJardim Pedra Brancadouble-daggerCidade Tiradentesdouble-daggerHospital Cidade Tiradentesdouble-dagger Linha 17–Ourodagger São Paulo–Morumbidouble-daggerEstádio Morumbidouble-daggerAmérico Mauranodouble-daggerParaisópolisdouble-daggerPanambydouble-daggerMorumbiChucri ZaidanVila CordeiroCampo BeloVereador José DinizBrooklin PaulistaAeroporto de CongonhasWashington LuísVila Paulistadouble-daggerVila Babilôniadouble-daggerCid. Leonordouble-daggerHospital Sabóiadouble-daggerJabaquaradouble-dagger dagger Em construçãodouble-dagger Em proj ,Com a chegada de migrantes vindos de todo o país e o ritmo acelerado da industrialização no estado de São Paulo, o trânsito na capital e periferia paulistanas já era um problema nas décadas de 1940 e 1950. A construção do metrô foi fundamental para o desenvolvimento econômico da cidade e é, até hoje, uma referência de mobilidade urbana no Brasil. O início de tudo Apresentação do livro do consórcio construtor da Linha Norte-Sul (Foto: 50 anos – Metrô SP) Antes da fundação do Metrô, muito trabalho de pesquisa e planejamento foi necessário. Por isso é importante lembrar a história que deu origem à primeira e maior empresa de transporte metroviário do Brasil. No ano de 1966, foi criado pelo então prefeito Faria Lima o Grupo Executivo Metropolitano (GEM), que mais tarde se tornaria o Metrô que conhecemos hoje. Esse grupo contratou um consórcio de duas empresas alemãs, Hochtief e Deconsult, que se fundiu com a brasileira Montreal, formando uma nova empresa, a HMD. Foi a HMD que, em 1967, realizou a primeira “Pesquisa Origem e Destino”, que mapeou as viagens então realizadas por transporte público na cidade e apontou as linhas básicas de metrô para a cidade de São Paulo. A partir disso, foram elaborados os primeiros estudos econômicos e o pré-projeto de Engenharia. Na época, esse grupo era coordenado por Francisco de Paula Quintanilha Ribeiro, que foi também o primeiro presidente do Metrô, e hoje dá nome à rua onde está localizado o pátio Jabaquara. A primeira Pesquisa Origem e Destino do Brasil fez parte dos estudos que levaram à criação, um ano depois, da Companhia do M
etropolitano de São Paulo – Metrô. Com os resultados, foi possível planejar a primeira rede básica de transporte metroviário da cidade. 1968 – Fundação e início das obras Início das obras do Metrô, no bairro da Saúde (Foto: 50 anos – Metrô SP) No dia 24 de abril de 1968 foi realizada a assembleia que formalizou a constituição da Companhia do Metropolitano de São Paulo – METRÔ. No final daquele ano, no dia 14 de dezembro, um ato simbólico, em um terreno localizado na Rua Pereira Estéfano com a Avenida Jabaquara, na zona Sul, marcou o início das obras da Linha 1-Azul (Jabaquara-Tucuruvi), a primeira do Metrô de São Paulo e do Brasil. Início da década de 70: Treinamentos e testes Viagem teste do protótipo (Foto: 50 anos – Metrô SP) Em 1972, as obras prosseguiam a todo vapor. Depois de meses de treinamentos e testes, uma composição-protótipo de trem realizou a primeira viagem do Metrô entre as estações Jabaquara e Saúde. Seis meses antes de começar a operar comercialmente, em 1974, o Metrô iniciou um programa de treinamento com seus futuros usuários. O objetivo era transmitir e habituar o público a utilizar corretamente o então desconhecido e novo meio de transporte, conscientizando a população sobre o valor de sua colaboração na conservação das instalações e dos equipamentos. A cultura de manutenção e a qualidade da prestação do serviço público foram, portanto, os princípios que nortearam a idealização do Metrô. O Desafio A construtora mineira até então especializada em rodovias encarou o grande desafio ao participar do projeto de construção da primeira linha do metrô do Brasil, com 14,6 quilômetros de extensão, entre os bairros de Jabaquara e Santana. A Andrade Gutierrez entrou em consórcio com uma construtora com larga experiência em obras pesadas de concreto armado na capital paulista, a Metropolitana. Mas com a falência da consorciada durante o período das obras, coube à equipe da Andrade Gutierrez assumir todo o projeto. Características técnicas Foram realizadas escavações mecanizadas pelo método “Cut and Cover” a uma profundidade máxima de 25m, cravação de estacas metálicas de diâmetros 12”, 15” e 18” a uma profundidade máxima de 24m e rebaixamento do lençol freático a uma cota de 25m abaixo da cota do terreno, sendo o N.A. a 15m de profundidade. Inovações aplicadas No metrô o sistema de condução da energia elétrica foi instalado em uma viga paralela aos trilhos, protegida por uma capa de PVC. Todo o sistema de sinalização, controle e telecomunicações já era comandado por computadores. Outra novidade foi o uso da megaperfuradora de alta pressão Shield EPB – logo batizada de Tatuzão. 1974: o ano que mudou a vida da cidade Inauguração do trecho Jabaquara – Vila Mariana (Foto: 50 anos – Metrô SP) O dia 14 de setembro sempre será lembrado como o dia em que o Metrô mudou a vida da cidade de São Paulo. Foi nessa data, em 1974, que o primeiro metrô do País iniciou a sua operação comercial entre o trecho Jabaquara – Vila Mariana. No início da sua operação, o Metrô funcionava de segunda a sexta-feira, das 9 às 13 horas, e fechava ao público nos fins de semana. Na época, a média diária de passageiros era de apenas 2.858 pessoas. 1975: O Metrô chega ao coração de São Paulo Inauguração da Estação Liberdade (Foto: 50 anos – Metrô SP) No dia 1º de março de 1975, foi realizado o primeiro percurso entre as estações Jabaquara e Liberdade, levando o Metrô até o centro da cidade de São Paulo. Enquanto isso, no Vale do Anhangabaú, eram iniciadas as obras da Linha 3-Vermelha, então chamada de Leste-Oeste. Em 26 de setembro de 1975, a Linha 1-Azul, com 16,7 quilômetros de extensão, de Jabaquara a Santana, começou a funcionar, operando comercialmente das 6h às 20h30. Também em 1975, foi inaugurado o primeiro posto avançado da Central de Achados e Perdidos na estação São Judas da Linha 1-Azul. Desde então, o serviço é reconhecido como símbolo de confiabilidade na capital paulistana. Desde sua inauguração, a Central de Achados e Perdidos do Metrô já contabilizou mais de 1 milhão de objetos e mais de 300 mil documentos perdidos, sendo que cerca de 28% de tudo o que foi encontrado nas dependências do Metrô voltaram para as mãos de seus donos. 1978: Inaugurada a maior estação do Metrô Inauguração da Estação Sé (Foto: 50 anos – Metrô SP) Em 17 de fevereiro de 1978, foi inaugurada a estação Sé, até hoje a maior do sistema metroviário, por onde circulam atualmente cerca de 600 mil pessoas todos os dias. Fim da década de 70: Entra em operação a Linha 3-Vermelha Trecho Sé – Brás, o primeiro as operar na Linha 3-Vermelha (Foto: 50 anos – Metrô SP) No dia 10 de março de 1979, o primeiro trecho da Linha 3-Vermelha (Sé – Brás) entrava em operação comercial, com os trens circulando todos os dias, das 6h às 20h. A demanda diária era de 17 mil passageiros. Um ano e meio depois, o atendimento ao público dessa linha foi ampliado – das 5h à meia-noite – com as inaugurações das estações Pedro II e Bresser. A demanda diária passou para 35 mil passageiros/dia. Década de 80: Expansão da Linha3-Vermelha Inauguração da Estação Tatuapé (Foto: 50 anos – Metrô SP) A partir de 1981, a zona Leste contava com mais duas estações: Belém e Tatuapé, sendo que esta última passou a integrar o Metrô com o trem e os ônibus urbanos. Com o aumento no número de usuários da Linha 3-Vermelha, ainda no ano de 1981, o posto da Central de Achados e Perdidos foi transferido para a estação marco da cidade: a estação Sé. No ano seguinte, entrava em operação a estação República, a primeira do lado Oeste. Já em 1983, foram inauguradas as estações Anhangabaú e Santa Cecília. Com as estações Carrão e Penha, em 1986, a Linha 3-Vermelha passou a funcionar de Santa Cecília a Penha. 1987: O Metrô chega ao centro financeiro e cultural de São Paulo Obras da Estação Brigadeiro (Foto: 50 anos – Metrô SP) Em 1987, uma solenidade realizada no terreno localizado entre a avenida Paulista e a rua da Consolação marcou o início das obras do trecho Paulista da Linha 2-Verde (Vila Madalena-Vila Prudente). 1988: Concluída a maior linha do Metrô Inauguração da Estação Corinthians-Itaquera (Foto: 50 anos – Metrô SP) No segundo semestre de 1988, foram inauguradas cinco estações do lado Leste da Linha 3-Vermelha (Vila Matilde, Guilhermina-Esperança, Patriarca, Artur Alvim e Itaquera). No final daquele ano, foram inauguradas as estações Marechal Deodoro e Barra Funda, concluindo os 22 quilômetros da linha, a mais extensa do Metrô. Atualmente, cerca de 1,45 milhão de pessoas utilizam diariamente a Linha 3-Vermelha. Década de 90: Inaugurado o trecho paulista da Linha 2-Verde Entrega do primeiro trecho da Paulista entre Paraíso e Trianon-Masp (Foto: 50 anos – Metrô SP) Em 1990, foi realizada a viagem inaugural no trecho Paulista da Linha 2-Verde, entre as estações Paraíso e Trianon-Masp. No dia 25 de janeiro de 1991, teve início a operação comercial do primeiro trecho da linha, com 3 quilômetros de extensão e três novas estações: Brigadeiro, Trianon-Masp e Consolação, além da estação Paraíso, que foi reformada. A demanda inicial da Linha 2-Verde era de 19.800 passageiros/dia e seu funcionamento se limitava ao período das 10 às 15 horas, de segunda a sexta-feira. Dois meses depois, sua operação comercial foi ampliada, passando a atender das 6h30 às 20h30. A demanda passou para 119 mil passageiros/dia. No ano seguinte, com a inauguração das estações Clínicas e Ana Rosa, o Metrô passou a prestar serviço em todo o trecho Paulista (da estação Ana Rosa até Clínicas), inclusive aos sábados, domingos e feriados. No dia 1º de novembro de 1993, a operação comercial do trecho Paulista era antecipada para às 5h, passando a atender até as 20h30. No dia 20 de novembro de 1995, a operação comercial do trecho Ana Rosa-Clínicas foi estendida até à meia-noite. 1998: Expansão nas regiões Norte e Oeste No dia 29 de abri
l de 1998, foram inauguradas as estações Jardim São Paulo, Parada Inglesa e Tucuruvi, ao norte da estação Santana. Com isso, a Linha 1-Azul (então denominada de Norte-Sul) passou a contar com mais 3,5 quilômetros de extensão e três novas estações. Atualmente, essa linha conta com 20,2 quilômetros de extensão e 23 estações. Cerca de 1,4 milhão de pessoas são usuárias diárias da Linha 1-Azul. No mesmo ano, no dia 21 de novembro, a Linha 2-Verde, que até então prestava serviço de Ana Rosa a Clínicas, ampliou o seu atendimento em mais 2,3 quilômetros de linhas com as inaugurações das estações Sumaré e Vila Madalena, na zona Oeste. 2002: Inauguração da Linha 5-Lilás No dia 20 de outubro de 2002, com a inauguração do trecho inicial da Linha 5-Lilás, entre as estações Capão Redondo e Largo Treze, no centro do bairro de Santo Amaro, a rede do Metrô ganhou mais 8,4 quilômetros de extensão operacional e seis novas estações: Capão Redondo, Campo Limpo, Vila das Belezas, Giovanni Gronchi, Santo Amaro e Largo Treze. 2004: Expansão na região Sul (Foto: 50 anos – Metrô SP) O Metrô continuou expandindo a sua rede, inclusive na zona Sul de São Paulo. Em 2004, foram iniciadas as obras de prolongamento da Linha 2-Verde em direção ao bairro do Ipiranga. 2005: Implantação do Bilhete Único no Metrô O Bilhete Único passou a integrar as viagens de Metrô em 2005. Essa foi uma solução adotada para facilitar a integração entre os transportes da cidade – ônibus, Metrô e ferrovia, que permite que ao passageiro a integração com Metrô e trem pagando um preço menor do que a soma das tarifas de transportes utilizados. 2006: Linha 2-Verde chega à Chácara Klabin Em 2006, o sistema metroviário era ampliado com a inauguração da estação Imigrantes e, alguns dias depois, com a operação da estação Chácara Klabin, ambas na Linha 2-Verde. 2007: Ampliação da Linha 2-Verde Em 30 de junho 2007, o atendimento da Linha 2-Verde foi ampliado com a entrada em operação da estação Alto do Ipiranga. 2010: Mais 3 novas estações e inauguração da Linha4-Amarela Túnel da Estação Consolação, interliga as Linhas 2 e Linha 4 (Foto: 50 anos – Metrô SP) No dia 30 de janeiro de 2010, foi inaugurada a estação Sacomã da Linha 2-Verde. Neste mesmo ano, começou a operar a estação Vila Prudente e, em setembro, a estação Tamanduateí. Construída pela Companhia do Metropolitano de São Paulo e operada pela empresa concessionária ViaQuatro, a Linha 4 – Amarela teve o primeiro trecho, entre as estações Faria Lima e Paulista, inaugurado em 25 de maio de 2010. 2011: Novas estações na Linha 4-Amarela No ano de 2011, foi aberta a estação Butantã e, em 16 de maio deste mesmo ano, a estação Pinheiros. Após quatro meses, as estações República e Luz foram entregues ao público. 2012: Entre os 10 melhores metrôs do mundo Em 2012, a rede de televisão americana CNN premiou o Metrô de São Paulo como um dos 10 melhores de todo o mundo. 2014: Inaugurações, inovação e mais prêmios Linha 15-Prata (Foto: 50 anos – Metrô SP) Em 2014, com o início da operação da Linha 15-Prata em um trecho de 2,3 km e das estações Vila Prudente e Oratório, o Metrô foi pioneiro em uma das mais recentes inovações de mobilidade urbana com a implantação e uso do sistema de monotrilho como modal de média a alta capacidade de transporte. No mesmo ano, foram inauguradas as estações Adolfo Pinheiro (Linha 5-Lilás) e Fradique Coutinho (Linha 4-Amarela). Ainda em 2014, o Metrô de São Paulo foi considerado o melhor sistema das Américas pela The Metro Awards, principal premiação internacional do setor, pelo seu alto índice de confiança, segurança e regularidade. 2015: Prêmio em reconhecimento ao atendimento às pessoas com deficiência Em reconhecimento ao trabalho de atendimento às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, o Metrô foi premiado, em 2015, pela União Internacional de Transportes Públicos (UITP), na categoria Serviços a Clientes, com o projeto “Ações de Relacionamento Inclusivas”, em congresso realizado em Milão (Itália). O Metrô já havia recebido, também da UITP, dois outros prêmios de destaque. Em 2008, pela qualidade do relacionamento com os usuários, com ênfase para a inclusão social da população idosa e das pessoas com deficiência. E em 2013, pelo trabalho em redes sociais, o Metrô recebeu o Prêmio Crescer com o Transporte Público (Grow With Public Transport), categoria Inovação em Serviços ao Cliente (Customer Service Innovation), com destaque para o uso inovador das novas tecnologias da informação, envolvendo a colaboração dos clientes para melhorar o serviço operacional de trens e estações. 2017: Metrô é eleito melhor serviço de transporte de São Paulo pelo terceiro ano consecutivo Em 2017, foram entregues à população mais três estações: Alto da Boa Vista, Borba Gato e Brooklin, todas na Linha 5-Lilás. Naquele ano, o Metrô foi eleito pelo terceiro ano consecutivo como o melhor transporte da cidade, segundo o Datafolha. A pesquisa “O Melhor de São Paulo Serviços” apurou as melhores opções oferecidas na capital e apontou o modal metroviário, como o preferido de 57% dos paulistanos. 2019: Entrega de 3 novas estações (Foto: Governo do Estado de São Paulo) Foram inauguradas três estações da Linha 15-Prata do Metrô: Sapopemba, Fazenda da Juta e São Mateus. Com o novo trecho de mais 3,9 km, a rede de Metrô de São Paulo chega ao total de 101,1 km de extensão e 89 estações em seis diferentes linhas (1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha, 4-Amarela, 5-Lilás e 15-Prata). A chegada da Linha 15-Prata até São Mateus vai reduzir o tempo de deslocamento para o centro em até 50%. Mais de 300 mil pessoas devem ser beneficiadas pelo monotrilho diariamente. Inicialmente, as três estações estarão abertas de segunda à sexta das 10h às 15h, com cobrança de tarifa. O modelo de operação segue o padrão internacional para a abertura de novas estações de metrô, permitindo a realização de testes e ajustes nos demais períodos. As três novas estações seguem padrão de baixa interferência na paisagem local. Todas ficam elevadas no canteiro central da avenida Sapopemba. A estrutura em concreto aparente e aço tem aberturas para ventilação e iluminação natural em três diferentes pavimentos. A plataformas têm 90 metros de comprimento e 9,9 metros de largura, a cerca de 15 metros acima do nível da rua. As estações contam também com piso tátil, portas automáticas em toda a extensão, escadas rolantes, escadas fixas, elevadores, paraciclos e sanitários públicos. Paisagismo O Metrô também promove a reurbanização do canteiro central das avenidas Professor Luiz Inácio de Anhaia Melo e Sapopemba, em um projeto de paisagismo de 15 km entre as estações Vila Prudente e Jardim Colonial, incluindo uma ciclovia com a mesma extensão. O plano envolve o plantio de mais de 3,7 mil árvores de 45 diferentes espécies e 107 mil metros quadrados de jardim, além de um jardim de chuva de 110 metros quadrados e biovaleta com 9 mil metros quadrados, que recebem água do escoamento superficial do entorno e auxiliam na drenagem local. Linha 15-Prata A Linha 15-Prata é o primeiro monotrilho de alta capacidade do Brasil e vai conectar as regiões leste e sudeste a toda a rede de trilhos de São Paulo, reduzindo o tempo de deslocamento entre a região do Iguatemi (estação Jardim Colonial) ao centro. Os trens trafegam com pneus sobre vigas de concreto elevadas. A linha tem custo de R$ 5,3 bilhões em investimentos, compreendendo a construção de 15,3 km de vias e 11 estações entre Vila Prudente e Jardim Colonial, além do Pátio de Manutenção Oratório e compra de 27 trens, sistemas elétricos, de sinalização e controle. A demanda prevista no trecho é de 300 mil passageiros por dia. A próxima etapa é concluir a estação Jardim Colonial, que deve ser entregue em 2021. Paralelamente, o Metrô trabalha para expandir a linha até o Hospital Cidade Tiradentes. Fontes: – 50 anos Metrô SP – Andrade Gutierrez INBEC INB
EC Pós-Graduação
,A Primeira Década do Metrô – Construindo as Estruturas 16 de setembro de 2013 Abrahão de Oliveira 0 comentários História do Metrô de São Paulo, Sp in Foco FacebookTwitterWhatsAppLinkedIn A companhia que gerencia o meio de transporte mais importante da cidade de São Paulo foi fundada no dia 24 de abril de 1968. E as obras não demoraram a começar. No dia 14 de dezembro do mesmo ano, foram iniciados os trabalhos para constituir a Linha Norte-Sul, hoje Linha-1-Azul. Seu trajeto é bem extenso e liga o bairro do Jabaquara (zona sul) ao Bairro de Santana (zona norte), atravessando o centro de São Paulo. O primeiro trecho construído tinha 2,2 quilômetros e passa sob a Avenida Jabaquara. Na época, era utilizado o método trincheira para abrir caminho para os trens. Tratava-se de um procedimento em que uma enorme vala era aberta e só seria fechada após a instalação das estruturas de concreto armado, responsáveis pelo formato do túnel subterrâneo. No ano seguinte, em 1969, a Companhia do Metropolitano de São Paulo decidiu abrir três frentes de trabalho para agilizar as obras da Linha 1-Azul. Nos trechos entre as estações Conceição e Jabaquara e Saúde e São Judas é utilizado o método de trincheira. Já na região entre as estações Santana e Ponte Pequena, atualmente conhecida como Armênia, projetou-se uma via elevada, em vez de um caminho subterrâneo, que facilitaria à construção do metrô. O ano de 1970 chegou e com ele uma nova trincheira para a construção do trecho entre as estações Vila Mariana e Ana Rosa. Mas aí começaram um dos problemas recorrentes desse transporte em São Paulo: a desaceleração das obras. Sem contar com a ajuda financeira do governo federal, a prefeitura resolveu priorizar obras viárias de superfície para privilegiar os carros e deixaram o metrô de lado. Em 1971, essa história mudaria. O engenheiro e ex-membro do Grupo Executivo do Metropolitano, José Carlos de Figueiredo Ferraz, assume a prefeitura da cidade. Devido às boas condições da época, incluindo o chamado “milagre econômico”, ele investiu pesado na aceleração e ampliação das obras do metrô. Esses investimentos foram focados na construção de mais três trechos, todos sob o método de trincheira. As obras englobaram as estações: Paraíso, São Joaquim, Aclimação (atual Vergueiro) e Liberdade. Também começam a ser erguidos os prédios da administração e as oficinas de manutenção, que incluem o pátio de manobra e estacionamento dos trens. É nesse ano que as obras mais delicadas da Linha 1-Azul do Metrô são iniciadas. Trata-se do trecho das estações Luz, São Bento e Clóvis Bevilácqua (atual estação da Sé). Com ruas extremamente estreitas e movimentadas, além de diversos monumentos históricos da cidade (como o Pátio do Colégio), o método trincheira era inviável. Foi nesse cenário que entra em cena uma das tecnologias utilizadas até hoje: a máquina Shield, uma broca gigantesca apelidade de “tatuzão”. A inovação era tamanha que a chegada do equipamento ao Porto de Santos é amplamente noticiada pelos jornais da época. O ano de 1972 é um grande divisor nas obras do Metrô. O primeiro episódio que merece destaque é que foi investido uma grande soma na aquisição de um fornecimento de sistema automatizado para o comando operacional da rede metroviária. O segundo episódio é a chegada do primeiro protótipo de trem à cidade. No dia 6 de setembro o comércio fecha as portas e as pessoas saem às ruas para ver o caminhão que transporta até a estação Jabaquara o protótipo que realiza um teste sobre os trilhos. O evento é tão grande que conta até com a presença do presidente da República, Emílio Garrastazu Médici. Dois dias depois, dia 8 de setembro, é realizada a primeira viagem oficial do Metrô, entre as estações Jabaquara e Saúde. Nesse mesmo ano a obra da estação Politécnica, atual Tiradentes, é iniciada através do método da trincheira. O ano de 1973 segue o mesmo ritmo forte do ano anterior e são concluídos 11 quilômetros de túneis, entre as estações Jabauqara e Liberdade. Também são finalizadas as obras de 16 estações. Nesse ano são iniciadas as obras que de interligação entre a Linha 1 – Azul com a futura Linha 2 – Verde. O ano seguine, 1974, seria extremamente especial para o Metrô da cidade. Logo no começo do ano, em janeiro, foram entregues os dois primeiros trens fabricados pela indústria nacional. Nesse ano grande parte das obras são concluídas. O “tatuzão” encerra suas atividades e a via permanente é instalada em toda linha exceto no trecho central, que corresponde à Estação da Sé. A finalização dessa estação é incorporada ao cronograma da futura Linha 3-Vermelha, que também passará por ali. Cerca de 3 milhões de pessoas participam do Programa de Treinamento da População, que, por meio de maquetes mecanizadas,folhetos, palestras, filmes e visitas controladas, apresenta aos paulistanos o novo sistema de transporte. Quase 80 mil pessoas participam das visitas, nas quais aprendem a utilizar os bilhetes, os bloqueios e como entrar e sair dos trens com segurança. No dia 14 de setembro começa a operação comercial do Metrô. Inicialmente, as viagens são restritas ao trecho Jabaquara-Vila Mariana, das 9 às 13 horas. Os trens são operados manualmente até outubro, quando é inaugurado o Centro de Controle de Operações (CCO), que comanda o funcionamento automático do sistema. Até novembro, cerca de 300 mil pessoas são transportadas. Em setembro de 1975 já é possível percorrer toda a linha do entre a estação Jabaquara e a estação Santana. Alguns meses depois, em dezembro, o metrô passa a funcionar aos sábados e já conta com 16 trens em operação. Nessa época, a demanda já era de 200 mil passageiros por dia e os intervalos entre um trem e outro era de cinco minutos. Novas medidas tornam o metrô mais prático e acessível. É introduzido o bilhete magnético e entra em circulação o bilhete escolar. Em 1º de março é iniciada a construção da Linha Leste-Oeste, atualmente denominada Linha 3-Vermelha. A concepção da obra, majoritariamente de superfície, permitiu a diminuição de custos, o que tornou possível triplicar a extensão anteriormente planejada para a linha. Ligando a Barra Funda a Itaquera, e interligada à Linha 1-Azul na Estação Sé, a Linha 3-Vermelha deveria atender à crescente demanda por transporte da zona leste. O ano seguinte seria muito importante. Em 1976, o trabalho se concentra principalmente no Pátio de Itaquera (extremo leste do trajeto), na Estação Sé (onde ocorrerá a integração com a Norte-Sul) e nos túneis no centro da cidade. Cerca de 1,3 mil imóveis são desapropriados e destruídos, o que impulsiona a reurbanização e a modernização da cidade. Pela primeira vez, em São Paulo, um prédio de 30 andares, na Praça Clóvis Beviláqua, o Edifício Mendes Caldeira, é destruído por implosão, tecnologia até então inédita na América Latina. A construção da linha também inclui a eliminação de ratos e outros vetores na zona leste – a primeira sanificação em massa da América do Sul. Em 1977, é inaugurado o Terminal Intermunicipal do Jabaquara, obra extremamente importante, já que conecta o Metrô a 17 linhas de ônibus para o litoral sul do estado. Durante esse ano são projetados os novos carros que farão parte da linha 3 – Vermelha. São aplicados conceitos de ergonomia para apara adequar os trens ao biótipo dos futuros usuários. Durante a construção da nova linha, a Companhia do Metrô empenha grande esforço em nacionalizar o setor, contando com a colaboração de importantes instituições de pesquisa, como a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O índice de nacionalização da Linha 3-Vermelha chega a 95%. O ano seguinte é simbólico para o nosso Metrô. No dia 17 de fevereiro de 1978, é inaugurada a estação da Sé, uma das mais importantes de todas as linhas. A construção dessa parada é
uma das maiores intervenções urbanas da história de São Paulo, a construção dessa estação se estende por mais de seis anos, resultando na completa revitalização do marco zero da cidade. São unificadas as praças 7 de Setembro, Sé, Clóvis Beviláqua e João Mendes, originando um grande parque com paisagismo de Burle Marx. O projeto arquitetônico inovador, assinado por profissionais da Companhia do Metrô, destaca-se pela entrada de luz natural no espaço subterrâneo, tendência aplicada na construção de futuras estações. A Linha 3–Vermelha entra em operação no dia 10 de março de 1979. Inicialmente, o trecho disponível é bem curto e liga as estações Sé e Brás. Um estudo preliminar para a expansão do Metrô reavalia os projetos iniciais propostos pelo consórcio HMD para as atuais Linha 2-Verde e Linha 4-Amarela. Juntamente com a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), a Companhia do Metrô concebe os trajetos Vila Madalena-Vila Prudente e Butantã-Luz, respectivamente. No fim da gestão do prefeito Olavo Egydio Setubal (1975-1979), o gerenciamento do Metrô de São Paulo é transferido para o governo estadual. A primeira década da construção do Metrô termina com o a extensão do horário de funcionamento dos serviços. Os trens passam a operar das 5h à meia noite e a Linha 3 aumenta sua operação comercial até a estação Bresser.
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Entupimento porque acontece: Acontece o entupimento porque existe o excesso de sujeira ou detritos de alimentos que ao passar do tempo vão parando na tubulação formando assim uma crosta impedindo o escoamento normal da água dos ralos, pias, banheiros, caixa de esgoto, caixa de gordura, tanques, ou qualquer tubulação entupida, estamos sempre pronto para atender qualquer chamado de desentupidora em Santana. Como agir em caso de entupimento em Santana: Em caso de entupimento em Santana você deve agir conforme as instruções a seguir para que o desentupimento ocorra de forma correta, é primordial não despejar nenhum produto químico na tubulação de esgoto ou pluvial, pois o mesmo pode corroer a parte interna dos canos causando assim um problema ainda maior, não usar hastes de ferro, pois nas curvas dos encanamentos geralmente tem rosca ou cola se você forçar pode deslocar causando um vazamento interno. 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estal Desentupidora no Horto Desentupidora no Parque Edu Chaves Atendemos também na Zona Norte, Zona Sul, Zona Oeste, Suzano, Guarulhos, Santo André, São Caetano, São Bernardo, Osasco, Entre em Contato e Peça uma visita Agora. [Desentupidora em Santana]-[Desentupimento em Santana] – [Desentupir em Santana] – [Desentupidoras em Santana] – [Encanador em Santana] – [Desentupidor em Santana]
Problemas com entupimentos acontecem em todos os lugares, por isso abrimos uma filial de serviços de Desentupidora em Santana perto de você. Pois diariamente acontecem muitos casos de entupimento, isto é, os motivos são diversos, assim sendo pode acontecer por conta de descartes de pequenos objetos e alimentos em pias, ralos e vasos sanitários como papel higiênico, fio dental, fios de cabelos, óleos, gorduras, restos de comida; ou seja tentativas errôneas de desentupimento; falta de higienização nas tubulações, entre outros. Assim sendo, se você precisa de uma Desentupidora em Santana , a  Serviços pode lhe atender e muito bem, por certo é a sua melhor opção para solucionar os problemas de entupimento em sua residência.  PRECISO DE UMA DESENTUPIDORA DE RALO EM SANTANA? Entupiu o ralo? Então precisa de uma empresa desentupidora em Santana, neste caso temos um profissional e o equipamento adequado para que seja feita a desobstrução. Bairros atendidos pela Desentupidora em Santana: Serra da Cantareira Ponta Grande Perus Jardim Barro Branco Freguesia do Ó Parque Edu Chaves Brasilândia Vila Medeiros Vila Maria Vila Guilherme Tucuruvi Tremembé Parada Inglesa Mandaqui Jardim França Jaçanã Carandiru Jardim São Paulo Jardim Peri Casa Verde Cachoeirinha Santana Bairro do Limão Alto de Santana Água Fria Desentupidora Santana SP com unidade de atendimento próximo a Anhanguera, Brasilândia, Casa Verde, Cachoeirinha conta com profissionais em desentupimento, dedetização, limpeza de caixa d’água, limpeza de coletoras de prédio, caixas de esgoto, pia, ralo, rede pluvial, mictórios fazemos desentupimentos de diversos locais, vaso sanitário, saída de esgoto da caixas de inspeção ou passagem, rede de esgoto de banheiras e muito mais. DESENTUPIMENTO RALO DE LAVANDERIA EM SANTANA O Ralo da lavanderia é muito utilizado, tendo em vista que toda a água e usada em máquinas de lavar, tanques e tanquinhos elétricos, é descartada em um mesmo ralo. O entupimento desse ralo pode ocorrer muitos motivos: queda de objetos na tubulação, como panos, moedas e botões de roupa são os principais, porém restos de sabão em pedra e resíduos da lavagem de roupa também podem contribuir para a obstrução do ralo. Conheça Serviços de Desentupidora em Santana DESENTUPIMENTO POR HIDROJATEAMENTO EM SANTANA Para tubulações obstruídas por resíduos como os de obras: cimento e areia empedrada ou gordura, a Desentupidora em Santana conta com uma frota de caminhões de hidrojateamento com alta pressão e pressão controlada, indicados para remover, com uma super lavagem, qualquer resíduo que esteja impedindo a vazão de efluentes na tubulação. Em nossa frota temos caminhões conjugados, que tem a função de jatear e esgotar resíduos. Nosso caminhão compacto (2,20 de altura) permite trabalhar em garagens, subsolos e lugares de difícil acesso. Segurança para Desentupidora em Santana Utilizamos os equipamentos necessários de proteção individual para realizar o serviço com segurança e levamos os resíduos para descarte sempre em local adequado para poupar o meio ambiente. Nossa empresa é autorizada pelos órgãos ambientais competentes para esse tipo de transporte. É importante que essas exigências sejam cumpridas, bem como, as licenças obrigatórias para estar em conformidade com a regulamentação. Em toda região da Zona Norte você pode contar com nossos serviços de desentupimento, limpa fossa Zona Norte SP ou o que mais você precisar, ligando e solicitando um orçamento gratuito nessa localidade. Desentupidora em Santana Serviços oferecidos pela Desentupidora em Santana – SP: Desentupidora de vaso sanitário+ Santana; Desentupidora de esgoto+ Santana; Desentupidora de pia+ Santana; Desentupidora de fossas+ Santana; Desentupidora de Ralos+ Santana; Desentupidora de Colunas+ Santana; Laudo Técnico+ Santana; Desentupidora de Caixa de gordura+ Santana; Desentupidora de Conduítes+ Santana; Caça vazamento+ Santana; Esgotamento de fossa+ Santana; Desentupimento de Tanques+ Santana; Desentupimento de Privadas+ Santana; Hidrojateamento+ Santana; Caça Vazamentos+ Santana; Limpeza de Fossa Séptica+ Santana; Limpa Fossa+ Santana; Desentupidora 24 horas+ Santana; Onde Atendemos: Desentupidora em Santana para Residências (casas e apartamentos) Desentupidora em Santana para Condomínios (residenciais e empresariais) Desentupidora em Santana para Estabelecimentos comerciais (lojas, shoppings, galerias) Desentupidora em Santana para Hospitais, clínicas e consultórios médicos Desentupidora em Santana para Hotéis, motéis e hostels Desentupidora em Santana para Faculdades e escolas Desentupidora em Santana para Fábricas e indústrias Desentupidora em Santana para Órgãos públicos municipais, estaduais e federais Desentupidora em Santana para Empresas em geral Bairros atendidos da Desentupidora em Santana Alguns dos bairros que a Desentupidora atende na zona norte: Santana, Freguesia do Ó, Vila Maria, Vila Guilherme, Tremembé, Horto, Cantareira, Imirim, Casa Verde, Tucuruvi, Mandaqui, Jaçanã, Jaraguá, Vila Brasilândia, Vila Nova Cachoeirinha, Água Fria, Parada Inglesa, Jardim São Paulo, Lauzane Paulista. Formas de pagamento da Desentupidora em Santana Dinheiro Cheque Boleto Cartão de crédito Desentupidora Esgoto em Santana Está tendo problema de entupimento de esgoto em seu imóvel? a Desentupidora em Santana pode te ajudar, isto acontece porque com o passar dos tempos, o encanamento acaba diminuindo o espaço de vazão, pois os resíduos de esgoto acabam aderindo a lateral da tubulação e impedindo um fluxo contínuo, nesses casos temos que fazer a desobstrução do encanamento com máquina. Desentupidora de ralo em Santana A Desentupidora em Santana SP pode ser chamada para resolver rapidamente os problemas de entupimento em casas, fábricas, escolas, shoppings, escritórios e onde mais ocorrer problema com entupimentos. O uso de equipamento correto deve ser manuseado por profissional treinado e experiente nesse tipo de serviço. O descarte dos resíduos deve ser feito em local adequado, por isso conte sempre com empresas licenciadas e responsáveis para seguir as normas e respeitar o meio ambiente. Chame  SERVIÇOS agora mesmo e agende sua visita para caçar esse vazamento ou entupimento Desentupidora Caixa de Esgoto em Santana Caixa de Esgoto entupida, saiba que a caixa de esgoto é responsável pelo recolhimento de todo o esgoto produzido no imóvel, quando isto acontece todos os encanamentos de esgotos interligados na caixa de esgoto ficaram entupidos, para solucionar o problema de entupimento de caixa de esgoto é necessário utilização de máquina de desentupimento, a mesma é inserida na tubulação fazendo a desobstrução da caixa de esgoto Desentupidora de vaso em Santana Desentupidora de vasos sanitários na Zona Norte e toda São Paulo. Oferecemos serviço de desentupimento com equipamentos adequados e técnicos experientes para remover toda a sujeira da tubulação que podem obstruir os vasos. Hidrojateamento de Esgoto em Santana Hidrojateamento de esgoto em Santana é um sistema utilizado para fazer a restauração interna da tubulação, é inserido dentro da tubulação uma mangueira de alta pressão que contem um bico especial na ponta que quando acionado dispara um jato de água na parte interna, com isso todos os resíduos que estão aderidos dentro da tubulação é removido restaurando o diâmetro interno em 100%. Serviços de Desentupidora em Santana no bairro Serviços da Desentupidora em Santa próximo a Rua Alfredo Pujol que se conecta a rua Rua Amaral Gama, que atende com serviços de Desentupidora no bairro nas ruas: Rua C
onselheiro Moreira de Barros, Rua Conselheiro Saraiva, Rua Doutor César, Rua Doutor Zuquim, Rua Pedro Doll, e presta serviços de Desentupidora de esgoto em geral próximo a Rua Voluntários da Pátria Limpeza Fossa Séptica em Santana Limpeza Fossa Séptica em Santana, em muitos lugares onde não há rede coletora de esgoto é utilizado a fossa séptica para o acolhimento do esgoto, com o passar dos anos a mesma necessita ser limpa e para isso é necessário a utilização de caminhão limpa fossa, com isso é feito a sucção do esgoto, este esgoto tem que ser levado para uma estação de tratamento, por isso é muito importante a contratação de empresas, cadastradas no órgão competentes Um pouco sobre o bairro de Santana onde a Desentupidora em Santana atua Santana é o principal bairro e um dos mais antigos da Zona Norte do município de São Paulo, no Brasil. Pertence ao distrito homônimo e é administrado pela Subprefeitura de Santana/Tucuruvi Surgiu em 1782 e seu aniversário é comemorado no dia 26 de julho. Foi um dos primeiros bairros a ter um dia oficial (Lei 11 169, de 30 de março de 1992, sancionada pela prefeita Luiza Erundina). Originado da Fazenda de Sant’Ana, propriedade da Companhia de Jesus que foi pela citada primeira vez em 1560 pelo padre José de Anchieta, funcionou como o cinturão verde da “São Paulo dos Campos de Piratininga”. As terras da fazenda foram divididas em sesmarias no início do século XIX. O Império do Brasil começou a nascer na Rua Alfredo Pujol, onde ficava a sede da fazenda, pois foi ali que a família dos Andradas se estabeleceu e o lugar onde José Bonifácio de Andrada e Silva redigiu o manifesto paulista que ajudou na declaração do Dia do Fico por parte de dom Pedro I (posteriormente, houve a independência do país, em 1822). Um pequeno núcleo se formou no entorno da antiga fazenda. Na planta de 1897, já aparece um traçado de ruas, mas as casas concentravam-se exclusivamente ao longo de algumas destas. O século XX marcou a integração de Santana à metrópole, dos bondes puxados a burros do século XIX à inauguração da primeira estação do metrô na década de 1970. Com esse processo de desenvolvimento e avanços em sua infraestrutura, o bairro transformou-se em um dos principais polos comerciais da zona norte e da cidade. Atualmente, o bairro apresenta considerável adensamento populacional e o fenômeno da verticalização em virtude da valorização dos terrenos destinados às classes média, e alta.

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